Manu Chao | Babel Fest

O colunista já estava estranhando… Verão sem show do Manu Chao em São Paulo?  E não é que hoje abro o jornal e me deparo com o “tijolinho” (anúncio) do Babel Fest, Via Funchal, 4 de fevereiro de 2012, com Mombojó, China, DJ Criolina e … Manu Chao. O ex-Mano Negra vem com o show “La Ventura”, mesmo formato que apresentou no ano passado (confira o post de fevereiro de 2011). O show é pura energia e vale a pena ver e rever, se você gosta de Manu Chao como eu. Continue lendo

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Cadillac Records


A morte de Etta James me levou ao DVD do filme “Cadillac Records” (TriStar/Sony Pictures, 16 anos), versão romanceada da história de Leonard Chess (vivido por Adrien Brody), sua clássica gravadora Chess Records e de uma longa lista de bluesmen (Muddy Waters, o gaitista Little Walter, Willie Dixon, Howlin´Wolf, Chuck Berry) e de uma senhora blueswoman. Etta James, aqui interpretada pela cantora Beyoncé.
Vale como introdução a essa parte da história do blues e dessa longa lista de integrantes do Rock´n´Roll Hall of Fame. E pelos números musicais – muito bons! Beyoncé particularmente arrasa como Miss Peaches, Etta James.
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The Chemical Brothers | “Don´t Think”, o filme

Publicado em janeiro de 2012
Será que o cinema vai virar pista de dança? Provavelmente. Estreia na quinta-feira, 26 de janeiro, num cinema paulistano o filme The Chemical Brothers | Don´T Think - registro de uma apresentação da dupla no Fuji Rock Festival, no Japão, captada por “apenas” 21 câmeras… Confira o trailer: Continue lendo

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Rap do bom: DUCORRE. Veja o clip.


Compartilho o ótimo clip do Ducorre, grupo de rap da comunidade da Favela do Moinho, local daquele terrível incêndio poucos dias antes do Natal de 2011, no centro de Sampa.
Confira a FICHA TÉCNICA …: Continue lendo

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Um blues para Etta James

Uma pequena homenagem a Etta James, que deixou o planeta do som. A ótima cover de “I Just Want to Make Love to You”, clássico de Willie Dixon, mais “Born to be Wild”. Continue lendo

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Gol de Elis Regina

19 de janeiro de 2012… 30 anos da morte de Elis Regina. Fut Pop ClubeColuna de Música gostariam de lembrar de uma clássica gravação da “pimentinha” sobre futebol: “Meio de Campo”, de Gil. Gremista e corintiana, Elis chegou a lançar um compacto junto com Pelé – está nos livros “Furacão Elis” e “Futebol no País da Música”. Continue lendo

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“Acabou Chorare”: Novos Baianos tinindo, trincando.

Alguns bons motivos para blogar sobre Acabou Chorare, segundo disco dos Novos Baianos, de 1972:

  • está entre Os 100 Melhores CDs da MPB, livro do crítico André Domingues (Sá Editora) e em 1º lugar na lista dos 100 mais da música brasileira feita pela revista Rolling Stone.
  • foi relançado em vinil pela Som Livre.
  • no finzinho de 2010, saiu em CD na coleção Grande Discoteca Brasileira, do Estadão: CD mais livrinho com precioso texto de Ricardo Moreira.
  • abre com marcante versão de Brasil Pandeiro, de Assis Valente, influência do amigo João Gilberto.
  • a voz carismática de Baby do Brasil, então Baby Consuelo, mais Moraes Moreira e Paulinho Boca de Cantor.
  • a guitarrinha danada de Pepeu Gomes.
  • as letras poéticas de Luiz Galvão.
  • o sambão de Besta é Tu.
  • a doçura de Acabou Chorare
  • e last, but not the least, muito pelo contrário, a sensacional Preta Pretinha. Essa é para ouvir e cantar de ponta a ponta, apertar o REW e ouvir de novo, e de novo, e de novo. Continue lendo

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Furacão Elis


No aniversário da morte de Elis Regina, gostaria de indicar uma excelente biografia, que li no período de folga do último Natal: Furacão Elis, de Regina Echeverria (Ediouro). Ótimo texto, muitas revelações de cunho pessoal e uma minuciosa discografia.  Furacão Elis também deixa claro que a Pimentinha torcia para o Grêmio (do estado natal) e Corinthians (no estado que adotou). Tem foto e tudo de Elis com a camisa branca corintiana – branca mesmo, sem os zilhões de patrocinadores de hoje. Continue lendo

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Bloco do Sargento Pimenta

Atualizado em 30/12/2011

O Bloco do Sargento Pimenta – sensação do carnaval 2011 – vai tocar no Réveillon de Copacabana, no último dia do ano. Confira os pitacos da Coluna, ainda enebriados pela apresentação do Sargento em março de 2011. Continue lendo

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Scream for me, São Paulo! Iron Maiden @ Morumbi, 26/03/2011

Steve em SP FOTO: Sidinei Lopes/Midiorama

Olê, olê, olê, olê, Maiden, Maiden! Rock in Rio I em 1985, turnê do Fear of the Dark, 1ª turnê com Blaze Bailey, o retorno de Bruce Dickinson no Rock in Rio III, em 2001, as duas escalas do Ed Force One na turnê Somewhere Back in Time e, agora, The Final Frontier World Tour. Sete vezes vi o Iron Maiden ao vivo (seven deadly sins…). Tomara que não seja a última! Continue lendo

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Ozzy Osbourne, SP, 2 de abril de 2011

Let the madness begin... FOTO Rafael Koch Rossi -T4F

Sabadão de metal, chuva e trânsito na Arena Anhembi. Na abertura, o Sepultura levantou o público com clássicos como Territory e Roots Bloody Roots. Não esqueceu do repertório um pouco mais antigo, como Troops of DoomEscape to the Void e Innerself. Jogou em casa. Curioso é que o fã de metal que foi aos shows do Iron Maiden e do Ozzy em São Paulo e chegou a tempo de ver as bandas de abertura, curtiu vários sons sepulcrais em duas versões: na do Cavalera Conspiracy e na do Sepultura! Continue lendo

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U2 360º @ Morumbi, 9/04/2011. De arrepiar!

Que acontecimento é o show do U2, 360º! Um espetáculo de arrepiar, com duas horas e dez minutos de rock do bom e do melhor e alta carga de emoção. Morumbi superlotado,gente pendurada nas escadas. Um ótimo set-list, que você pode ver dentro do texto.  Bono, The Edge, Adam e Larry mandando muito. E o quinto elemento: o cenário. De outro mundo.
O power trio Muse abriu a noite. Bom show, grandes riffs. Voltarão outras vezes ao país. “Trem das Onze”, clássico do samba paulista, Adoniran Barbosa cantado por dezenas de milhares de vozes, antecedeu “Space Oddity”, de David Bowie, no sistema de som. É o anúncio do desembarque do quarteto irlandês, às 21h40. As arquibancadas do Morumbi chegaram a balançar com a euforia da massa ao som de “Even Better than the Real Thing” e “I Will Follow”. Só nos quatro gomos de arquibancada, lá no alto, vibravam pelo menos 40 mil pessoas. Mais a galera dos dois níveis de cadeiras, mais a massa apertada na pista… algo como quase 90 mil pessoas, o que o Morumbi não recebia provavelmente desde mil, novecentos e Telê Santana.
Para arrebentar corações duros a sequência “I Still Haven´t Found What I´m Looking For”  + versão acústica da linda “Stuck in a Moment You Can´t Get Out Of”, que eu não esperava ouvir.
Bono puxou um Happy Birthday para Julian Lennon. E chamou da Red Zone uma moça, que o ajudou a ler um papel com a letra de “Carinhoso”. Bonito. A carga de emoção segue com “Beautiful Day”, “In a Little While” e “Miss “Sarajevo”.
De enorme impacto visual é a dobradinha do álbum “How to Dismantle an Atomic Bomb”: o telão que está lá em cima, na gigantesca nave em forma de aranha, ou garra, se expande, se estica todo até o piso do palco, em “City of Blinding Lights” e na adrenalina de “Vertigo”. O Morumbi chacoalha, de novo. E vira pista de dança, com uma versão “remix” de “I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight”.
As meninas se derretem pelo Bono. Mas como sou menino, o que me chama mais atenção é a aula de guitarra de The Edge, com sua coleção de Ferraris de seis cordas: Gibsons (SG, Les Paul, Destroyer) e Fenders (já viu o filme “A Todo Volume”? Recomendo). Até hoje, minha canção favorita do U2 é o protesto antibélico que abre o disco “War”, de 1983. “Sunday Bloody Sunday”, composição sobre os conflitos políticos e religiosos da Irlanda do Norte. Já foi momento acústico do show, na turnê PopMart (leia post anterior). Desta vez, a referência visual no telão é a revolta nos países árabes.

É difícil um fã não se emocionar com o bis: “One”, Bono levando Beatles à capella, “Where the Streets Have No Name”. Do discão “Joshua Tree”, tem mais um clássico, “With Or Without You”. Referências à Anistia Internacional no palco. Bono não deixou de lembrar dos 12 alunos da escola Tasso da Silveira, mortas no chamado massacre de Realengo, em 7 de abril. Thursday Bloody Thursday.

Os nomes das 12 jovens vítimas aparecem no telão durante a linda “Moment of Surrender”. Belíssimo encerramento de uma noite emocionante de rock no estádio do Morumbi, que recebe uma turnê do U2 pela 3ª vez. Claro, candidato favorito a  show do ano em São Paulo.

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U2 360º, Morumbi, 13/04/2011

Nos três dias de 360º, Morumbi recebeu fãs do U2 de tudo quanto é estado e até de países vizinhos. Se você não é de São Paulo, capital, diga o nome de sua cidade e estado no espaço de comentários. Obrigadão!

U2 360º Morumbi, 13/04/2011

Tive o prazer de ver o primeiro show da turnê 360º no Morumbi na arquibancada. E o terceiro, na pista – som muito mais potente, claro. Valeu muito a pena. Em relação ao domingo, as novidades foram “Pride (In the Name of Love)”,”Zooropa” e a participação de Seu Jorge. Bono, rouco, levou o show até o fim com muita garra. The Edge deu mais uma aula de guitarra, usando com categoria recrusos como slide guitar e pedal wah wah. Fera! Adam pareceu bem contente no fim do show. E Larry rodou o palco batucando em “I´ll Go Crazy If I Don´t Go Crazy Tonight”.

Sim, o cenário é espetacular, um dos seis protagonistas do show, somado ao quarteto irlandês e ao público brasileiro. Mas aposto que se a banda fizesse um show numa garagem, só com uma parede de amplificadores de cenário, ainda sim seria “duca”. Confira o set-list do terceiro show: Continue lendo

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Rock doc: “Lemmy”.

Publicado em 5 de maio de 2011

Sábado à noite na rua Augusta, lado dos Jardins, em São Paulo. Fila na porta do CineSesc. Expectativa para a primeira exibição no festival In-Edit Brasil de “Lemmy”, documentário sobre o figurão que lidera a banda inglesa Motörhead (o filme foi lançado na edição 2010 do SXSW, o South by Southwest, festival de música e cinema no Texas, e já existe emDVD lá fora ). Expectativa amplamente compensada. É um excelente doc sobre o Lemmy Way of Life. Os diretores ralaram, tanto que “Ace of Spades”, petardo clássico do Motörhead, só aparece com a banda tocando quando eram decorridos uns 86 minutos de bola rolando. A infância. O começo como roadie de ninguém menos que Jimi Hendrix. As drogas, muitas. A experiência no Hawkwind e a expulsão da banda, algo que cala fundo na alma de Lemmy até hoje (e ele dá umas descontadas nos ex-colegas). E a criação do Motörhead, trio padrinho do thrash metal. Curioso ver ídolos como os caras do Metallica pagando a maior homenagem a Lemmy, assumidamente uma grande influência. Momento hilário e ao mesmo tempo comovente: a participação do filho de Lemmy.

Fica mais na vida de Lemmy? Fica. Mas os números musicais (“Ace os Spades”, “Overkill”, uma sensacional jam com o Metallica) são extremamente bem filmados. E em volume muito alto! Continue lendo

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Jazz/soul/funk numa tardinha de outono: Sharon Jones & the Dap-Kings no Ibirapuera

What a great time we had at Parque do Ibirapuera, so many people came out…Thank you all again!”, tuitou Sharon Jones, a diva do soul. E nós paulistanos e outros privilegiados que estivemos no parque do Ibirapuera neste domingo concordamos plenamente! Que show fizeram essa mulher e sua bandaça, the Dap-Kings (duas guitarras, baixo, bateria, percussão, dois saxofones,um trompete e duas excelentes backing vocalistas, que mandaram ver em Respect, clássico de Aretha Franklin)! Sharon é um vulcão de soul, funk e R&B! Com o perdão do trocadilho, pensei num “James Brown de vestido” (o godfather of soul/funk foi lembrado no bis, It´s a Man World). Performática, sim. Mas sua belíssima voz não pipoca em nenhum momento. No show, parece que é gravação de estúdio. Recomendo altamente Sharon Jones & the Dap-Kings. Já abri uma tag “shows do ano 2011″ porque neste domingo assisti a uma das fortes candidatas. Valeu, BMW Jazz Festival. Um showzaço desse nível, mais Joshua Redman e o filme Jazz on a Summer´s Day na tarde de 12 de junho. De graça. E com muita graça. Continue lendo

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Paralamas, “Selvagem?”, Sesc Belenzinho, 01/07/2011

Publicado em 4 de julho de 2011

Os Paralamas do Sucesso tocaram na capital nos últimos 2 fins de semanas. Seis shows com casa cheia no Projeto Álbum, do Sesc Belenzinho, tocando o o discão Selvagem? na íntegra, quase que na mesma ordem da contracapa, mais um show no Sesc Itaquera.
Tive o grande prazer de ver o concerto da última sexta-feira, no Sesc Belenzinho. O trio básico Herbert, Bi e Barone contou com uma segunda guitarra -o ex-mutante Liminha-, mais João Fera nos teclados, Bidu Cordeiro no trombone, Monteiro Jr no trompete e sax e James Muller (FCLG) na percussão.
No set-list, o grupo deixou a faixa de abertura e ícone do disco de 1986 para mais tarde e abriu com Selvagem?, seguida pela sensacional Teerã. A Novidade, parceria do trio com Gil, veio dar ao Sesc Belenzinho antes do super hit Melô do Marinheiro e Marujo Dub. Mais três faixas de Selvagem?: A Dama e o Vagabundo, There´s A Party e O Homem. A pista esquentou de vez em Você (clássico de Tim Maia). Todo mundo cantando junto. O que dizer da galera em Alagados, então? Ponto alto e fim da primeira parte, toda dedicada ao álbum de 1986.

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“Filhos de João, o Admirável Mundo Novo Baiano”. Um samba doc sobre os Novos Baianos

Publicado em 22 de julho de 2011

Fala tamborim! Novos Baianos FC é o nome do disco de 1973 do grupo de Baby, Moraes, Pepeu, Luiz Galvão, Paulinho Boca de Cantor, Dadi, Jorginho Gomes e companhia ilustre. Novos Baianos FC é o nome do documentário que Solano Ribeiro fez para a TV alemã e “caiu na rede”. A paixão dos Novos Baianos pelo futebol fica clara no novo documentário  Filhos de João, o Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas (que passou no festival In-Edit Brasil e estreia nos cinemas em 22 de julho). Reis da bola na MPB em meados dos anos 70, os Novos Baianos não perdiam uma chance de jogar futebol. Mesmo que fosse dentro de um apartamento… Está no filme Filhos de João, o Admirável Mundo Novo Baiano.O João do título é João Gilberto, amigo e influência do grupo – já descrito como mistura de João Gilberto com Jimi Hendrix, pandeiro e cavaquinho com guitarra elétrica. Continue lendo

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Helmet, São Paulo, 28/07/2011

Showzão o do Helmet que rolou nesta quinta-feira no Beco 203, na rua Augusta, em S.Paulo. Apesar do volume baixo na voz e na guitarra de Page Hamilton. O Helmet foi uma das bandas mais influentes dos anos 90 e esteve no Brasil algumas vezes (perdi a conta!). Page Hamilton e companhia pesada começaram o show de 2011 por volta de 23h30 com petardos como “Role Model”, “So Long” (recente) e “Exactly What You Wanted”. Riffs impactantes, uma bateria seca se destacando na cozinha rítmica com uma boa dose de groove no meio da muralha sonora.
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“Back and Forth”, rock doc do Foo Fighters

Saiu em DVD “Back and Forth”, o filme sobre o Foo Fighters – do começo da carreira de Dave Grohl, passagem pelo Nirvana, morte de Kurt, à gravação do último petardo,” Wasting Light” . Que demais a participação do hüsker dü Bob Mould em “Dear Rosemary” e do Krist Novoselic em “I Should Have Known”. O doc “Back and Forth” passou nos cinemas no fim de junho. Dá para ver o trailer no post anterior.

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Whitesnake, São Paulo, 10/09/2011

T4F Entretenimento | Fotos: MRossi

O Whitesnake foi a primeira grande banda internacional que eu vi ao vivo, no Rock in Rio I, em 1985! Que impacto foi o sonzão alto daquele festival que ajudou a botar o Brasil no circuito do showbizz mundial. E pra mim, aquela formação do Whitesnake foi a melhor da banda de Coverdale, com John Sykes na guitarra, Neil Murray no baixo e Cozy Powell na bateria – parte da turnê do “Slide It In”, um discão.   Continue lendo

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Judas Priest, São Paulo, 10/09/2011

Priest! Priest! Priest! T4F Entretenimento | Fotos: MRossi

O Judas Priest estreou no Brasil num Rock in Rio, na única edição montada no Maracanã, 1991, seis anos depois do festival que teve Whitesnake (post anterior). E olha, descontando o impacto de ver o Judas ao vivo pela primeira vez, na turnê de um discão como o “Painkiller”, devo dizer que o show da noite passada no Anhembi, em São Paulo, foi … e s p e t a c u l a r ! Continue lendo

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Rock Flu mete o pé na lama, em especial histórico sobre o Rock in Rio

Publicado em: 12 de setembro de 2011

Está na rede o programa Rock Flu nº 83 sobre o Rock in Rio. Serginho e Gustavo deixam rolar bandas de rock e soul da quarta edição do festival no Brasil e conversam com o publicitário Cid Castro, criador da logomarca do Rock in Rio – lá atrás, pouco antes da primeira edição do festival, em 1985. Continue lendo

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“Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo”

Rio de Janeiro, 11 de janeiro de 1985. Estava nos portões do primeiro Rock in Rio, debaixo de muito sol, ainda antes da abertura.
Meu negócio era metal, quase que só metal e rock pesado. E nisso o Rock in Rio I mandou bem: Iron Maiden, Whitesnake, Ozzy, AC/DC, Scorpions
Curti tabém o Rock in Rio II, em 1991. E o III, em 2001.
A relação dos fãs de música com o Rock in Rio mudou. O Brasil entrou de vez no circuito do rock. A maratona de shows no segundo semestre compete com o festival carioca. O impacto não é o mesmo de 85, 91 ou mesmo 2001. Ainda assim, acho muito legal o clima de confraternização de um festival. E a mistureba sonora. É bom ficar de olho nas jams do palco Sunset, no espaço de música eletrônica e na Rock Street!

Por outro lado, sinto falta dos festivais de verão.
Dois livros ajudam a contar a história do RiR até aqui. O recém-lançado “Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo“, do jornalista Luiz Felipe Carneiro (Globo Livros) conta os detalhes das três primeiras edições, dia a dia, atração após atração. Saiba por exemplo que estrela deu pitis nos camarins em 1985. Continue lendo

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Primal Scream, Screamadelica, São Paulo, 24/09/2011

SP, 24/09/11

Showzão viajandão: rock and roll+ psicodelia + dance, na turnê que comemora 20 anos do disco Screamadelica nas pistas.

Destaque para “Movin On Up”, “Slip Inside this Hose”, a sensacional “Don´t Fight It, Feel It”, “Loaded” e “Come Together”.

Em “Don´t Fight It, Feel It”, show à parte da backing vocalista – e do stonianos “woo-hoos” de “Sympathy for the Devil” do público que foi ao HSBC Brasil em S.Paulo.

No bis, o Primal Scream mandou ver “Country Girl”, “Jailbird” e “Rocks”. Continue lendo

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Metallica, Rock in Rio, 25/09/2011

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Que showzaço o que Metallica fez na Cidade do Rock, Rio de Janeiro, até perto de 3h30 desta madrugada! Duas horas de muito peso.
Animadíssimo, James Hetfield comandou a incansável máquina de riffs, que começou emendando três petardos do álbum “Ride the Lightning”, com o sucesso “Fuel” no meio. Aí entra a linda introdução de “Fade to Black”, também do “Ride…”, até hoje umas das melhores canções do quarteto. Continue lendo

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Dia Metal, Rock in Rio, 25/09/2011: Motörhead!

imageNão é a primeira vez que uma noite de metal e hard rock num Rock in Rio arranca elogios de quem você menos espera. Lembro-me da ótima repercussão da performance única do Iron Maiden, da energia de um concerto dos Scorpions no seu auge, da potência do Whitesnake, da eletricidade do AC/DC, da guitarra de Jake E Lee nos shows de Ozzy, em 1985. Da estreia de Judas Priest, Megadeth, Faith No More e Guns N´Roses no Brasil, numa mesma semana, em 1991. Em 2001, muitos elogios para o showzão do Iron Maiden, recarregado pela volta de Bruce Dickinson.
E agora, dez anos depois, o heavy metal vira de novo “talk of the town”. Destaques: Continue lendo

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Pearl Jam Twenty

Publicado em 4 de outubro de 2011

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DE MOOKIE BAYLOCK A PEARL JAM TWENTY

(E antes, o Mother Love Bone, excelente grupo hard rock de Seattle, em que Stone Gossard e Jeff Ament tocaram, ao lado do vocalista Andy Wood)

Mookie Baylock foi o nome do Pearl Jam antes de ser Pearl Jam. Os caras tiveram que mudar porque se tratava do nome… de um jogador de basquete. Ainda bem.

“Pearl Jam Twenty” é o ótimo documentário de Cameron Crowe (o diretor de “Singles/Vida de Solteiro” e “Quase Famosos“) sobre uma de suas/minhas/nossas bandas favoritas. O quinteto de Seattle formado por Eddie Vedder, Stone Gossard, Mike McCready, Jeff Ament e Matt Cameron. Continue lendo

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U2 | From the Sky Down: rock doc sobre um discão da classe de 1991

“Achtung Baby”, sétimo álbum do U2, é um dos grandes discos de rock da turma de 1991. Acaba de ganhar documentário: “From the Sky Down”, do mesmo diretor do ótimo “A Todo Volume/It Might Get Loud”. Estreou em Toronto e está no Festival do Rio (confira). Tomara que chegue logo a Sampa! Lá fora, acaba de sair em DVD e Blu-Ray. Confira o trailer:

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Deep Purple, São Paulo, 10/10/2011

Fazia tempo que não via o Deep Purple ao vivo. E valeu à pena ter ido ao Via Funchal no começo desta semana para ver um dos “Big Three” do hard rock/heavy metal no fim dos 60/anos 70. Ian Gillan pode mostrar no rosto e no couro cabeludo os sinais do tempo. Mas sua “silver voice” ainda é privilegiada. Canta melhor do que 90 por cento do que está por aí. O guitarrista Steve Morse é todo simpaticão, ao contrário do genial e genioso antecessor. Nos seus muitos solinhos, espalhados pelo show, chegou a brincar com riff do Led e “Back in Black”, do AC/DC! O baixista Roger Glover é quem mostra mais pique no palco. Ian Paice, o único integrante da formação original, mostra sua categoria. E o tecladista Don Airey, bom sucessor de Jon Lord, arrisca alguns acordes da introdução de “Mr. Crowley”, clássico dos seus tempos na banda de Ozzy, era Randy Rhoads, e até de clássicos da música brasileira. Todos parecem se divertir muuuito no palco. Bom para os fiéis fãs da música pesada. Continue lendo

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Eric Clapton | Morumbi, São Paulo, 12/10/2011.

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Ídolo de ídolos. Eric Clapton é o guitarrista favorito de um dos meus guitarristas favoritos, Eddie Van Halen. Finalmente, tive a oportunidade de ver Eric Clapton ao vivo. E devo dizer que o show superou todas as minhas expectativas.
Pra começar, entre 19h45 e 20h20, o pupilo Gary Clark Jr apresentou sua guitarra pesada e cheia de alma ao Morumbi. Blues rock soul recomendado pra quem gosta de SRV, Eric Gales, ZZ Top e Robert Cray, por exemplo. Gary Clark chegou chegando. Se seu recente EP for lançado aqui, deve vender bem.
Nove em ponto. O deus branco da guitarra entrou no palco do Morumbi com uma belíssima Fender Stratocaster alviceleste e começou a dar seu banho de blues: Key to the Highway, Tell the Truth e Hoochie Coochie Man. . . Emoção blues rolou solta em Old Love e Tearing Us Apart. Clapton trocou a guitarra pelo violão para tocar mais dois blues. Continue lendo

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“Rock Brasília – Era de Ouro”

Dias de rock em megashows, festivais e no cinema. Bem interessante – e obrigatório para quem gosta do Rock Brasil – o filme “Rock Brasília – Era de Ouro“, doc de Vladimir Carvalho sobre a cena da capital federal dos anos 80. Foco no Aborto Elétrico, Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial, com valioso material de arquivo – como entrevistas de Renato Russo à MTV e registro do complicado megashow do Legião no estádio Mané Garrincha. Confira o trailer

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“God Bless Ozzy Osbourne”, um doc metal que emociona.

E pensar que se não fosse “She Loves You”, dos Beatles, a gente nem teria ido ao cinema neste sábado para ver um documentário sobre John Michael Osbourne, o Ozzy. “O príncipe das trevas” não perde oportunidade de dizer que foi o som dos Beatles que mudou a vida errática que levava, em Aston, bairro operário da metálica cidade de Birmingham, berço do Black Sabbath e, anos depois, do Judas Priest. Curioso é que Sir Paul McCartney em pessoa aparece fazendo comentários sobre o surgimento do Black Sabbath. Cresceu ainda mais no meu conceito.

God Bless Ozzy Osbourne“, que tem entre os produtores a mulher e empresária Sharon e o filho Jack Osbourne, foi dirigido por Mike Fleiss e Mike Piscitelli. A equipe acompanhou Ozzy na estrada por dois anos! E o resultado final emociona o coração roqueiro. Arranca risadas. E também fala abertamente de drogas, da piração, dos piores momentos, da ausência da vida dos filhos, tanto do primeiro como do segundo casamento (não deu para não notar a beleza de uma das filhas, Aimee. Bonita de doer. Ainda bem que puxou a mãe, Sharon,  uma mulher muito bonita, forte e empreendedora).

Foi Sharon que literalmente empurrou Ozzy de volta ao palco depois de ter sido demitido do Black Sabbath. Decisão comunicada pelo amigo Bill Ward.

Fica clara no filme a importância da descoberta do herói da guitarra Randy Rhoads para essa guinada na  vida e obra de Ozzy. Continue lendo

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Aerosmith na terra da garoa: chuva de hits, refrões, riffs e solos

Tyler e Perry no showzão de SP, 30/10/2011 Foto: MROSSI www.fotogaleria.com.br - www.myspace.com/marcelorossi Divulgação T4F

No chuvoso fim do domingo em São Paulo, o Aerosmith fez um show de Greatest Hits, Gems, Big Ones. . . em pouco menos de duas horas. Tyler parecia um tanto rouco, mas canta muito e extravasa carisma. Joe Perry manda ver na slide guitar logo na primeira, “Draw the Line”, seguida por “Same Old Song and Dance”. Mais uma do baú, digo,da caixinha Pandora’s Toys: “Mama Kin”, que foi regravada pelos Guns N´Roses.
Uma do “Pump“: “Janies Got a Gun”.
E uma do “Get a Grip: “Livin’ on the Edge”
Um solo de bateria e lá vem “Rag Doll”, do “Permanent Vacation”, um disco que precisa ser  ouvido por quem não conhece.
“Amazing”. Um fã comenta: “esta música é linda”. As meninas que trabalham no stand de cerveja não resistem e participam entusiasmadas do coro.
Lá se vai a namorada de Tyler e outro anel de diamante: “What it Takes”.
Um curto solinho de Brad Whitford e tome clássico do hard rock: “Last Child”
Joe Fuckin’ Perry também canta (“Combination”), além de tocar muuuito!
Momento mágico: o Aerosmith nos brinda com uma linda versão de “I Don’t Want to Miss a Thing”, como se pudesse existir uma versão dessa balada que não comova. Depois, vem “Cryin’”. Olhei para as vendedoras e imagina se elas não cantaram as duas baladas? Não me venham dizer que o Aerosmith não é mais popular no Brasil.
Um bom solo de baixo é a deixa para emendar outro clássico popular do kard rock: “Sweet Emotion”, claro.
Se o show já estava bom até aqui, o bis foi uma apoteose, com o som bem melhor:
“Dream On”.
“Love in an Elevator”, outro sucesso do “Pump”.
“Walk this Way”, rap metal anos antes dos meus queridos RHCP e FNM.
“Angel”, mega power ballad do “Permanent Vacation”.
“Train Kept A-Rollin’”, pra celebrar um dos antepassados do hard rock, o blues.
E os ex-Toxic Twins deixaram o público ir embora sem ouvir “Crazy”, bastante pedida. Isso não se faz. . . Estou brincando. . . Sempre fui fãzoco do Aerosmith, a ponto de ver shows fora do Brasil. Fazia tempo que não via. Valeu super a pena.
É uma instituição americana.
Hard rock popular.
American Idols. Continue lendo

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Jorge Ben Jor, “África Brasil”, 35 anos

Trinta e cinco anos de um discão de Jorge Ben Jor (dos tempos em que era Ben): “África Brasil”, de 1976. Samba-rock camisa 10. Foi relançado no finalzinho de 2009 na tentadora caixinha de CDs “Salve Jorge“. Para quem procura músicas sobre futebol, é “a” dica. Tem apenas as clássicas “Camisa 10 da Gávea”, que Jorge, um ex-ponta direita da base do Flamengo, feita para Zico, claro; e”Ponta de Lança Africano (Umbarauma)”, já regravada pelo Soulfy de Max Cavalera no ritmo acelerado do thrash metal. Em 2010, saiu uma nova versão, em que Ben Jor divide vocais com Mano Brown (muito boa! veja o clip, com direito ao inesquecível Ee quee goool do eterno pai da matéria, Osmar Santos, o melhor locutor esportivo de todos os tempos).

“África Brasil” ainda tem “Taj Mahal”, Xica da… Xica da… “Xica da Silva”, “Cavaleiro do Cavalo Imaculado” etc. Continue lendo

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Primeiro show do Pearl Jam no Morumbi, São Paulo, 03/11/2011

Produção: T4F Entretenimento | Fotos: Rafael Koch Rossi

Jeef Ament, em foto de Rafael Koch Rossi/divulgação T4F Entretenimento

O concert-goer brasileiro, paulista em especial, não tem muito o que reclamar da oferta de grandes shows em 2011. Mas certamente este primeiro show do Pearl Jam no Morumbi, numa quinta-feira de primavera com jeito de inverno, estará em muitas listas de melhores do ano.
Em pouco mais de duas horas – começando com “Release”-, o quinteto de Seattle mandou ver rocks viscerais, diretos, às vezes curtos e grossos (como a nova “Olé”) e suas lindas baladas, que comprovam que Eddie Vedder é um gigantesco cantor. E um excelente frontman. Um showman. O cara nem parece fazer muito esforço para soltar a voz. Canta fácil. E toca guitarra em quase todo o show – “Daughter” foi exceção. É escorado numa grande banda. Stone e Mike, dois guitarristas que entendem do riscado. O baixo destacado de Jeff.  O ritmo de Matt. E o tecladista Boom Gaspa, que pode ser ouvido até na cover de “I Believe in Miracles” -dos Ramones, homenageados por Vedder. Um dos pontos altos do show.
“Black” foi outro lindíssimo momento.
Não faltaram rocks na boca da massa, como “Release”, “Why Go”, “Animal”, “Even Flow”… “Alive” teve direito a citação de “Heaven and Hell”, do Black Sabbath, na guitarra.
E o final, apoteótico, com uma espetacular “Rockin’ in the Free World”, tradicional cover de Neil Young. Eletrizante. Nesta sexta-feira tem mais.

Matt e Eddie. T4F Entretenimento | Foto: MRossi

Não rolou “Last Kiss”. Mas o público que estava na pista cantou o maior hit single do PJ na saída do Morumbi. Show!
No cenário, um pano de fundo lembrando caixas de som. Gosto da estética do show do Pearl Jam, que usa um monte de fotos dos equipamentos nos encartes. E só. O resto fica por conta da música. Muito boa.
Confira o setlist da primeira noite.

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Pearl Jam, Morumbi, São Paulo, 04/11/2011. Aula de rock!

T4F Entretenimento | Foto: Rafael Koch Rossi

Cheguei cedo para ver o bom show de abertura da banda punk californiana X, lembrada com carinho por Eddie Vedder nos shows do Morumbi.

O cinquentão estádio do São Paulo Futebol Clube encheu para ver o segundo concerto do Pearl Jam na turnê brasileira. Sold out. O quinteto e o tecladista Boom Gaspar entraram botando para quebrar com uma sequência de sonzeiras: “Go”, “Do the Evolution”, uma das favoritas da casa, “Severed Hand”, “Hail Hail” e “Got Some”. Pena que o som não estava muito legal, pelo menos da arquibancada azul, onde fiquei. A impressão é que se o sistema de som funcionou nas músicas mais calmas, não comportou as mais pauleiras.

T4F Entretenimento | Fotos: Rafael Koch Rossi

Mas o setlist deste show de sexta-feira foi melhor ainda do que o repertório da véspera (veja post anterior). Se incluísse também “Rockin´in the Free World”, de Neil Young, e “I Believe in Miracles”, dos Ramones, então, seria simplesmente perfeito! Mas o simpático Eddie Vedder (arranhando um portuinglês, com ajuda de uma cola) deu um jeitinho de citar a deliciosa “I Wanna Be Your Boyfriend” no finalzinho de “Betterman”. Hey little girl/I wanna be your boyfriend… Ramones forever, amigo Eddie!
Teve “Not For You”, emendada com a citação de “Modern Girl”, do trio Sleater-Kinney.
Teve “Even Flow”, parafraseando Gastão Moreira nos tempos de MTV, outra das favoritas da casa, arrasa-quarteirão como sempre.
Teve “Black”, linda como nunca.
Esperava que o Morumbi “viesse abaixo” com “Last Kiss“, mas a intensidade do sacolejo nas velhas arquibancadas, outras canções balançaram mais as estruturas do Morumbi, como “Once”.
Rolou “State of Love and Trust”! Mais uma das favoritas da casa, prejudicada pelo som meia boca.
A nova “Olé”, também tocada na quinta-feira.
E para delírio dos fãs, “Jeremy”, ausente do show da véspera.
Enfim, no segundo bis, “Last Kiss”. Sucesso!
“Spin the Black Circle”! Duca!
Depois da sensacional “Alive”, a cover de “Baba O´Riley”, do The Who! Classe! Apesar do som um tanto estranho.
Pra fechar, “Yellow Ledbetter”. Para dar boa noite a quase setenta mil fãs, que vão em paz tentar procurar um táxi, a van fretada ou o carro deixado com os flanelinhas… Confira o setlist deste segundo show:

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Sonic Youth @SWUBrasil, Paulínia, 14/11/2011. “100% Kool Thing”!

"A" imagem do SWU 2011: apoteose das guitarras no histórico show do Sonic Youth. FOTO Marcos Hermes - divulgação SWU

Por questões de logística, fiquei na dúvida se iria ao terceiro dia do SWU 2011 até a última hora. Ainda bem que desisti de desistir. Porque teria perdido um show histórico do Sonic Youth: cerca de uma hora e dez minutos de experiência com as guitarras. Às vezes, três guitarras.
Os decanos do rock alternativo de NY entraram com dois baixos e duas guitarras.

FOTO: Marcos Hermes - divulgação SWU 2011

Mas em muitas músicas, KimGordon(vestida com um vestido vermelho à la PJ Harvey) tocou guitarra.

Ninguém pode dizer que o sonic youth Thurston Moore não tem jeito de guitar hero... FOTO Marcos Hermes - Divulgação SWU

E foi uma aula de atonalismo, distorção, alavancas, ferramentas usadas como arco de violino, guitarras esfregadas contra amplificadores e até câmeras.

FOTO Marcos Hermes - divulgação SWU

FOTO: Marcos Hermes - divulgação SWU 2011

FOTO: Marcos Hermes - divulgação SWU 2011

O batera Steve Shelley parecia se divertir muito com toda essa muralha de guitarras.
Talvez os grandes festivais não tenham visto shows doidos como esse desde o Nirvana, no Morumbi, no antigo Hollywood Rock. Por isso, divide opiniões. Teve gente que achou o máximo, teve quem odiou.
Esta Coluna achou espetacular. Talvez o ponto mais alto da noite – e olha que gostei muito dos shows do Megadeth, Alice in Chains e Faith No More também.
Tomara que não tenha sido o último show de Thurston Moore, Kim e cia distorcida!

Destaques (se é que podemos falar de destaques num show todo muito bom e coeso) para “Schizophrenia” (que Thurston apresenta como “Sister”, “Sugar Kane” e “Teenage Riot”!

FOTO Marcos Hermes DIVULGAÇÃO / SWU

Confira o setlist: Continue lendo

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Megadeth @SWU, Paulínia, 14/11/2011. “Symphony…”

Mega show, Mustaine! FOTO: Marcos Hermes - divulgação SWU

Outro excelente show da noite das guitarras – e dos anos 90 – no SWU 2011 foi o do Megadeth. Dave Mustaine e companhia tocaram cerca de 60 minutos de thrash metal bem trabalhado. Continue lendo

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Stone Temple Pilots @SWUBrasil, Paulínia, 14/11/2011. V de vitória!

FOTO: Wilian Aguiar / divulgação SWU 2011

Scott Weiland entrou no palco na maior estica, e de megafone, mandou “Crackerman” (confira o vídeo no site do Multishow), seguido por outros hits do STP, como “Wicked Garden” e “Vasoline”. Continue lendo

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Alice in Chains @SWUBrasil, Paulínia, 14/11/2011: chuva de wah-wah!

FOTO: Pedro Carrilho / divulgação SWU 2011

Um show que começa com “Them Bones” prometia…
Que tal então se a banda emendar “Dam That River” e “Rain When I Die”? Estava completa a trinca que abre o segundo disco do Alice in Chains, “Dirt”. Debaixo de chuva, a nova formação do grupo liderado pelo guitarrista, compositor e às vezes vocalista Jerry Cantrell mandou um setlist repleto dos rockões e baladas pesadonas do AiC. Como “It Ain’t Like That”, “We Die Young”, “Down on a Hole”, “Angry Chair”, “Man in the Box”. Continue lendo

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Faith No More @SWUBrasil, Paulínia, 14/11/2011. Do além. From Out of Nowhere!

Mike "Zé Pilintra" Patton FOTO: Willian Aguiar / divulgação SWU 2011

Muitas camisetas que reproduziam a capa do primeiro LP do FNM foram vistas na plateia do SWU 2011. Algumas vestidas por fãs que mal tinham deixado as fraldas no ano em que o Faith No More explodiu – e do épico show do Rock in Rio II, no Maracanã, em 1991.
Todo de branco, o quinteto californiano entrou no palco pouco depois de 1h30 já, na madrugada de 14 para 15 de novembro.
“Painho” Mike Patton estava com o “diabo no corpo” – e na voz. Roddy Bottum e seu teclado proeminente… Billy Gould e seu baixo funky… Mike Bordin e seu peso de qualidade… Os três tocam muito, não gostaria de imaginar o FNM sem um deles – sinto falta da sujeira da guitarra de Jim Martin- mas desde 1989, o Faith No More é Mike Patton. The Real Thing. Continue lendo

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Headliners do Download Festival

Hoje foi anunciado que o Prodigy é o terceiro “cabeza de cartel” (“headliner”) da décima edição do festival Download, em Donington Park, na Inglaterra, entre 8 e 10 de junho de 2012.
Os outros grandes nomes do Download serão o Black Sabbath, que está voltando com Ozzy e Bill Ward para disco novo e turnê mundial, e o Metallica, que vai tocar o  álbum preto. Continue lendo

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Ian Gillan,Tony Iommi & Friends

Não sabia deste projeto até ouvir à edição 50 do “Wikimetal”, uma enciclopédia de metal em podcast. Chama-se Who Cares (selo Ear Music). Reúne o vocalista Ian Gillan (Deep Purple), o guitarrista Tony Iommi (Black Sabbath). o baixista Jason Newsted (ex-Metallica), o batera Nicko Mc Brain (Iron Maiden), o tecladista Jon Lord (ex-Purple) e o guitarrista Linde Lindström (HiM). O chamado supergrupo. Por enquanto saíram duas músicas, lançadas para download e em compacto (vinil, CD single). Renda destinada à reconstrução de uma escola de música na Armênia, destruída pelo terremoto de 1988. Pode ver o clip de “Out of My Mind” aqui. Gillan e Iommi trabalharam juntos no ótimo disco “Born Again”, Black Sabbath meio Purple, de 1983 (leia post anterior).

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“Cabeça Dinossauro”. 25 anos do discão dos Titãs.

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“Cabeça dinossauro. Cabeça dinossauro. Cabeça. Pança de mamute. Espírito de porco. . .”
“Aa Uu. Aa Uu. Aa Uu”. . .
Gritos primais abrem o terceiro disco dos Titãs.
Falei aqui antes dos 25 anos de “Selvagem?”, dos Paralamas. Aproveito o finalzinho de 2011 para lembrar também do aniversário de “Cabeça Dinossauro”, o clássico do octeto paulista.
Ainda tem as porradas “Igreja”, de Nando Reis, “Polícia”, de Tony Bellotto,  “Estado Violência”, de Gavin, “A Face do Destruidor”, de Paulo Miklos e Arnaldo Antunes, a própria “Porrada”, de Sérgio Britto e Arnaldo, “Tô Cansado”, de Branco Mello e Arnaldo, e “Bichos Escrotos”, de Britto, Nando e Arnaldo.
Tem “Família”, família ê, família á. . . de Bellotto e Arnaldo.
“Honem Primata”, de Britto, do saudoso Marcelo Fromer, Nando e do ex-titã Ciro Pessoa.
“Dívidas”, de Branco e Arnaldo.
E a saideira, “O Quê”, de Arnaldo.
Parece ou não parece uma coletânea, de tanta música boa? Continue lendo

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Van-Halen.com !


A capa do novo disco do Van Halen – o primeiro álbum com Dave Lee Roth em 27 anos – está aí. “A Different Kind of Truth”. E o clip do primeiro single – tomara que o primeiro de muitos – você vê dentro do post: “Tattoo”. Continue lendo

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“Que a vida começasse agora…” – 27 anos do Rock in Rio I

Imagem da coleção de Gustavo Valladares, do programa www.rockflu.com.br

Rio, 11 de janeiro de 1985. Seis da tarde na Cidade do Rock, montada especialmente para o festival. Com o show de Ney Matogrosso, começou o primeiro Rock in Rio.  Algumas vaias, garrafas e bom repertório depois, entraram Pepeu Gomes, um dos maiores guitarristas brasileiros, e Baby Consuelo – ambos ex-Novos Baianos. E em seguida, veio o tremendão Erasmo Carlos. Nomes absolutamente respeitáveis, mas completamente deslocados num tarde/noite em que centenas de milhares de roqueiros queriam ver rock pesado. Com muito mais som, o Whitesnake arrebentou, talvez com sua melhor formação, na turnê do seu melhor disco, isso é certo, o “Slide It In”. No fim da noite, todo o peso do Iron Maiden - a donzela de ferro fez em 11/01/85 uma rápida escala no Rio e única na América do Sul da gigantesca turnê World Slavery Tour, que promovia o discaço “Powerslave“, um dos melhores do então quinteto.  A megabanda de Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor fechou com ótimo rock de arena. O Queen ainda faria outra apresentação no Rock in Rio, como todos os demais artistas, exceto o Maiden. O Rock in Rio é tema de dois livros muito interessantes: Continue lendo

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Iommi, estamos contigo.

O planeta metal foi surpreendido com a notícia de que o guitarrista inglês que criou o sonzão típico do gênero está com um linfoma, um tipo de câncer, em estágio inicial. Na página oficial do Black Sabbath no “Face”, uma mensagem diz que Ozzy, Geezer Butler e Bill Ward, os colegas de Tony Iommi na formação original da banda (reunida para disco e turnê em 2012),  pedem que os fãs mandem vibrações positivas para o guitarrista. Segundo a nota, “o ´Iron Man´do rock´n´roll permanece otimista e determinado a conseguir uma recuperação completa e bem-sucedida”.

Os quatro estavam compondo e  gravando material novo com o produtor Rick Rubin em Los Angeles. Agora, o trabalho continuará na Inglaterra.

A capinha que ilustra o post é do disco-solo que o guitarrista lançou em 2000, “Iommi“, com uma pá de convidados: Continue lendo

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Rival Sons


Sonzeira do segundo disco do quarteto californiano de blues rock. O Rival Sons me foi apresentado pelo pessoal do programa Rock Flu (saiba mais no FutPopClube). Pegada zeppeliniana! Continue lendo

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