13 de julho de 2015 – Dia do Rock – no Brasil.

Honey, lembra de “Sugar, Sugar”? Ela foi composta por Jeff Barry e Andy Kim paraThe Archies”, uma banda de gibi e desenho animado, em 1969. A memória não é boa, mas a mesma safra tinha também a “banda desenhada” Josie e as Gatinhas. Bem, uma das regravações de “Sugar, Sugar” foi a de Mary Lou Lord e Semisonic para aquele saboroso projeto “Saturday Morning: Cartoon’s Greatest Hits” (o CD saiu no Brasil lá pelo meio dos 90), em que astros do rock de verdade regravaram músicas-temas pra sessão desenho nenhuma botar defeito. Você se lembra, os Ramones fizeram a cover do tema do Spider-Man, o Homem-Aranha. Massa! Agora, vai rolar um #crossover dos Archies com os Ramones, e isso vai estar no gibi, até 2016, pra comemorar os 7.5 anos de bancas da Archie e os 4.0 de punkadaria da maior banda nova-iorquina da história. A notícia saiu na Comic-Con, em San Diego, CA. E me chegou via Diffuser (ótimo site de música, diga-se), citando a Comics Alliance. Vejam a arte que a Gisele Lagace mandou ver e a Archie Comics adiantou no Face. Hey Ho! Let’s Go!

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Isso vai ficar muito bubblegum! Pop pacas!
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Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

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A comemoração da semana do rock começou na quinta-feira passada. O In-Edit~Brasil, festival de documentários musicais, detonou com a exibição ao ar livre de dois concertos filmados pelo documentarista Murray Lerner – homenageado desta sétima edição . “Blue Wild Angel – Jimi Hendrix Live at the Isle of Wight” é um importantíssimo registro de um dos últimos concertos do pai da matéria [ (C) Osmar Santos], em 31 de agosto de 1970. O maior de todos era então acompanhado por Billy Cox (baixo) e Mitch Mitchell. Como Murray Lerner chamou a atenção, num depoimento exibido antes da sessão, Jimi não quebra ou bota fogo na guitarra. Detém-se na música, que é um blues rock de alto nível. Por outro lado, podemos dizer que amava sua guitarra, como vemos em “Foxy Lady”. Logo no começo, tem um trechinho de “Sgt Pepper’s” dos Beatles. Vem antes de “Spanish Castle Magic” e “All Along the Watchtower”. Nem precisa botar fogo na guitarra com uma sequência se sucessos como “Ezy Ryder”, “Hey Joe”, “Purple Haze” e “Voodoo Child (Slight Return)” Show de pedais como wah-wah, banho de técnica e emoção.
Recorde de público na Cinemateca, segundo o pessoal do In-Edit.
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“Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live At The Isle Of Wight”

11698953_847753568605358_8639857586328528912_oNesta quinta-feira, 9 de julho, feriado em São Paulo, o festival In-Edit~Brasil tem um programão pra quem gosta de guitarras e, especialmente, do som eterno criado pelo pai da matéria. Às oito da noite, exibe numa sessão ao ar livre o filme Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at The Isle of Wight, de Murray Lerner.

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#5T0NES relançam #StickyFingers

Esta capa daí de cima é de uma edição brasileira em vinil de 1976, com zíper e tudo, de Sticky Fingers. O clássico dos Rolling Stones de 1971 está sendo relançado lá fora, em diferentes formatos, com versões alternativas e faixas extras:

http://www.rollingstones.com/stickyfingers/

Bem que a ZIP Code Tour poderia virar turnê CEP e passar pelo Brasil! Continuar lendo “#5T0NES relançam #StickyFingers”

Em cartaz: “Cobain – Montage Of Heck”.

10997303_290452437796594_3098371860893992924_oO novo doc de Brett Morgen (ele fez “Crossfire Hurricane” pros Stones), “Cobain – Montage of Heck” já tem data pra estrear no Brasil: 18 de junho. Mas é bom correr, porque são poucas salas – a maioria da rede Cinemark, poucas sessões e o filme não deve ficar muitos dias em cartaz (até 22 de junho, segundo o site oficial, http://cobainfilm.com/).

Billy Corgan comandou um ataque furioso de guitarras, no encerramento do Lolla Brasil 2015. The Smashing Pumpkins, São Paulo, 29/02/2015.

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Foi um tanto estranho o começo do esperado show do quarteto Smashing Pumpkins, um dos maiorais do rock alternativo nos anos 90. No telão, a câmera só mostrava o baixista Mark Stoermer, que é bem na dele (depois de algumas músicas, a ‘programação’ voltou ao normal, ou seja, a banda toda foi mostrada: Billy na guitarra – e que guitarra – e voz. Jeff Schroeder na outra guitarra e o #monstro Brad Wilk na bateria). No telão do centro do palco, tudo escuro. Nenhum vídeo, nem um paninho com capas de disco. Como se fosse para mostrar. O negócio aqui é rock. Tudo o maios é frescura.

E o Billy Corgan, cara de poucos amigos, vai mandando clássico dos Pumpkins. “Cherub Rock”, numa versão mais pesada, “Tonight, Tonight” (um dos seis [!] singles de “Mellon Collie and the Infinite Sadness”), “Ava Adore”… mesmo as canções novas não deixaram a peteca cair. Mas sem dúvida foram as versões das músicas de 1993 e 1995, carregadas não só de peso, como de muito emoção, que fizeram deste showzaço arregaçador.

Foi na turnẽ do “Mellon Collie” que a formação clássica dos Pumpkins veio ao Brasil pela primeira vez, no último Hollywood Rock, em 1996 – na mesma noite escura de The Cure, White Zombie, Supegrass e Pato Fu. Impossível não se emocionar com a levada de “1979” ou a ira de “Bullet with Butterfly Wings”, quase que colada numa rifferama pesadíssima de guitarras que começa com o hino dos Estados Unidos. Continuar lendo “Billy Corgan comandou um ataque furioso de guitarras, no encerramento do Lolla Brasil 2015. The Smashing Pumpkins, São Paulo, 29/02/2015.”