Sharon Jones & The Dap-Kings | I Learned the Hard Way

Publicado em 08/11/2011
A soulwoman Sharon Jones canta muito, é um dínamo no palco e fez um dos grandes shows de 2011 em São Paulo. Seu grupo de apoio, Dap-Kings, é uma bandaça! Tanto que foi emprestado à Amy para as gravações de “Back to Black”. Mas d e m o r o u para sair este disquinho nacional – a trilha sonora perfeita para cair na estrada – ou para deixar mais alegres as horas de rush no trânsito de nossas cidades: “I Learned the Hard Way” (selo Oi Música). Altamente recomendado pra quem gosta de Aretha Franklin, Amy Winehouse, da trilha do filme “The Commitments – Loucos pela Fama”. Muito alto astral. Pintou uma festa de emergência? Pluga Sharon Jones no som que a pista de dança vai ficar cheia.

Faixas REC (essas são pra gravar, baixar, curtir): “Better Things”, “Give It Back”, “She Ain´t No Child Anymore”, “Mama Don´t Like My Man” e a faixa-título. Veja o clip de “I Learned the Hard Way” dentro do post.

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Jazz/soul/funk numa tardinha de outono: Sharon Jones & the Dap-Kings no Ibirapuera (junho de 2011).

What a great time we had at Parque do Ibirapuera, so many people came out…Thank you all again!”, tuitou Sharon Jones, a diva do soul. E nós paulistanos e outros privilegiados que estivemos no parque do Ibirapuera neste domingo concordamos plenamente! Que show fizeram essa mulher e sua bandaça, the Dap-Kings (duas guitarras, baixo, bateria, percussão, dois saxofones,um trompete e duas excelentes backing vocalistas, que mandaram ver em Respect, clássico de Aretha Franklin)! Sharon é um vulcão de soul, funk e R&B! Com o perdão do trocadilho, pensei num “James Brown de vestido” (o godfather of soul/funk foi lembrado no bis, It´s a Man World). Performática, sim. Mas sua belíssima voz não pipoca em nenhum momento. No show, parece que é gravação de estúdio. Recomendo altamente Sharon Jones & the Dap-Kings. Já abri uma tag “shows do ano 2011″ porque neste domingo assisti a uma das fortes candidatas. Valeu, BMW Jazz Festival. Um showzaço desse nível, mais Joshua Redman e o filme Jazz on a Summer´s Day na tarde de 12 de junho. De graça. E com muita graça. Continuar lendo

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Filme: “O Poder do Soul”

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Kinshasa, capital do Zaire (hoje Repúblixa Democrática do Congo), setembro de 1974. Os produtores Hugh Masekela e Stewart Levine inventaram um festival de música para aproveitar o auê da luta de boxe pelo título mundial entre os peso-pesados Muhammad Ali e George Foreman.

Zaire 74 reuniu feras como James Brown, godfather of soul, BB King, o rei do blues, Miriam Makeba, Celia Cruz, Bill Withers (que vozeirão!), The Crusaders, o conjunto vocal The Spinners e outros. 35 anos depois, sai o filme O Poder do Soul (Soul Power), já lançado em DVD e Blu-Ray. Um documentário tradicional de concerto, mas se você está atrás de um bom balanço, de música de alta voltagem, como eu, pode ir brincando. Continuar lendo

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Blues Boy Rei. Vida eterna ao king of the blues!

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“Live at San Quentin” pode até não ser um dos melhores dos muitos discos ao vivo que BB King lançou.
“Live at the Regal” é o que mais rouba elogios, de Eric Clapton (como ele falou nesta declaração) e do ex-stone Mick Taylor ao Joe Bonamassa (depoimentos no ótimo doc “BB King: The Life of Riley”).

Na tarde desta sexta-feira, a vitrola rolando, tocando BB King sem parar, não pude deixar de curtir “Into the Night” e “The Thrill is Gone” (Rick Darnell / Roy Hawkins). Que versão, esta faixa 2 do lado B. Na bandaça que acompanha Blues Boy, destaque aqui para a perfomance de Eugene Carrier nos teclados e Calep Emphrey na bateria.

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BB King̣ | “The Life of Riley”, no Canal Bis

Quem avisa… O amigo da Coluna, Serginho Duarte, um dos pontas de lança do do programa Rock Flu, deu o toque: o Canal Bis estreou nesta sexta-feira em que perdemos o rei do blues o documentário BB King | The Life of Riley, dirigido por Jon Brewer.
Reprise: sábado, às 21h30.
Depoimentos de Bono, Eric Clapton, Carlos Santana, Ringo Starr , Joe Bonamassa, Aaron Neville, Bill Szymczyk, Bill Wyman, Bonnie Raitt, Buddy Guy, Carver Randle, Derek Trucks, Dr. John, George Benson, Joe Walsh, John Mayer, John Mayall, Johnny Winter, Jonny Lang, Kenny Wayne Shepherd, Mick Taylor, Paul Rodgers, Ringo Starr, Ronnie Wood, Slash, Susan Tedeschi, Tina France, Walter Trout e Wayne Cartledge. Tem imagens exclusivas do BB King Museum. Confira o trailer.

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#Cobain #MontageOfHeck. Em junho, no Cinemark.

10997303_290452437796594_3098371860893992924_oO novo doc de Brett Morgen (ele fez “Crossfire Hurricane” pros Stones), “Cobain – Montage of Heck” já tem data pra estrear no Brasil: 18 de junho. Mas é bom correr, porque são poucas salas – a maioria da rede Cinemark, poucas sessões e o filme não deve ficar muitos dias em cartaz (até 22 de junho, segundo o site oficial, http://cobainfilm.com/).

  • Em São Paulo, Cinemark Eldorado e Metrô Santa Cruz.
  • Em BH, BH Shopping.
  • Brasília: Pier 21.
  • Curitiba: Barigui.
  • Porto Alegre: Barra Sul.
  • Recife: Cinemark Riomar Recife
  • Rio de Janeiro: Cinemark Botafogo e Downtown, Estação Net Gávea, Estação Net Rio.
  • Salvador: Cinemark Salvador Continuar lendo

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Ozzy é bicho de festival.

Um vídeo do Heavy Metal Day no US Festival, de 1983, foi a primeira vez que tive contato com um concerto do Ozzy Osbourne. Fui à sessão pra ver o Van Halen, mas o som estava baixo, fiquei chapado mesmo pelo som do Ozzy. No sábado à noite, o carismático vocalista clássico do Black Sabbath fez um showzaço fechando a primeira noite do Monsters of Rock 2015 em S.Paulo. Está com uma banda jovem, vitaminada e muito, muito boa, com destaque para o batera Tommy Clufetos – que veio com o Sabbath ao Brasil – e o guitarrista Gus G. De bobos, Ozzy e Sharon Osbourne não têm nada! Mas o que chama a atenção é que, aos 66 anos, depois de tantos excessos na estrada do rock, Ozzy parece muito bem. É um showman! Muito bom de palco. Parece que cresce num evento com o Rock in Rio ou o Monsters. Bicho de festival.
O show teve um toque de anos 80, a começar por “Bark at the Moon”, incluindo “Shot in the Dark” (como no show de 2011).  Mais clássicos da era Rhoads e do Sabbath, claro. Abaixo, o setlist aproximado divulgado pelo festival.

Os metal gods do Judas Priest, tratados como “convidados especiais” do Monsters, fizeram dois shows. O de sábado foi um pouco maior. Também teve muitas lembranças dos anos 80! Destaques para a perfomance de Rob Halford, um #M1T0 da voz, desfilando sua coleção de jaquetas de couro ou jeans. O guitarrista Richie Faulkner parece totalmente à vontade e agita muito na frente do palco. Glen Tipton continua mandando bem na fábrica de riffs em forma de guitarra. As animações do telão foram um show à parte. O setlist de sábado:

  1. DSC07111Dragonaut
  2. Metal Gods
  3. Devil’s Child
  4. Victim of Changes
  5. Halls of Valhalla
  6. Love Bites
  7. Turbo Lover
  8. Redeemer of Souls
  9. Jawbreaker
  10. Breaking the Law
  11. Hell Bent for Leather
  12. BIS I: Electric Eye
  13. You’ve Got Another Thing Comin’
  14. Painkiller
  15. BIS II: Living After Midnight
  • No concerto de domingo, mais curto, o Priest trocou “Love Bites” por “March of the Damned”. E acreditem: não rolou “You’ve Got Another Thing Comin'”.

A lamentar, as filas “Monsters” no sábado, mais de uma hora para entrar na Arena Anhembi. Por que só uma entrada? Por que tão longe dos estacionamentos e do Metrô?

Na monstruosa fila, muitos fãs preocupados se iam perder o show do Mötorhead, que acabou não rolando, por causa dos problemas de saúde do Lemmy. Subiram ao palco três integrantes do Sepultura, que junto com o guitarrista e o batera do “Mötor”, mandaram ver numa jam: “Sepulhead“! “Orgasmatron”, “Ace of Spades” e “Overkill”.

No domingo, a fila andou, ainda bem, e mesmo quem chegou no segundo tempo do futebol, conseguiu ver o show inteiro do Accept. Excelente! Confira o setlist divulgado pelo festival nas redes sociais.10954588_758634747567936_2047572471076057294_o
Entre o Accept e o segundo show do Priest, teve o volume altíssimo do Manowar. Confesso que já gostei muito mais da pesadíssima banda, mas respeito quem achou esse um dos melhores shows do Monsters 2015.

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Quem também arrasa ao vivo é o Kiss. Nem precisava de tanta explosão, porque as canções são muito boas, estão na memória afetiva dos roqueiros e emocionam!

  1. Detroit Rock City
  2. Creatures of the Night
  3. Psycho Circus
  4. I Love it Loud (canta Gene)
  5. War Machine (canta Gene)
  6. Do You Love Me
  7. Deuce (canta Gene)
  8. Hell or Hallelujah + solo do guitarrista Tommy Thayer
  9. Calling Dr. Love (canta Gene)
  10. Lick it Up / Won’t Get Fooled Again (do The Who)
  11. God of Thunder (canta Gene)
  12. Parasite (canta Gene)
  13. Love Gun
  14. Black Diamond (canta Eric Singer)
  15. BIS: Shout It Out Loud
  16. I Was Made for Lovin’ You
  17. Rock and Roll All Nite

Valeu a maratona!!!!DSC07094

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Billy Corgan comandou um ataque furioso de guitarras, no encerramento do Lolla Brasil 2015. The Smashing Pumpkins, São Paulo, 29/02/2015.

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Foi um tanto estranho o começo do esperado show do quarteto Smashing Pumpkins, um dos maiorais do rock alternativo nos anos 90. No telão, a câmera só mostrava o baixista Mark Stoermer, que é bem na dele (depois de algumas músicas, a ‘programação’ voltou ao normal, ou seja, a banda toda foi mostrada: Billy na guitarra – e que guitarra – e voz. Jeff Schroeder na outra guitarra e o #monstro Brad Wilk na bateria). No telão do centro do palco, tudo escuro. Nenhum vídeo, nem um paninho com capas de disco. Como se fosse para mostrar. O negócio aqui é rock. Tudo o maios é frescura.

E o Billy Corgan, cara de poucos amigos, vai mandando clássico dos Pumpkins. “Cherub Rock”, numa versão mais pesada, “Tonight, Tonight” (um dos seis [!] singles de “Mellon Collie and the Infinite Sadness”), “Ava Adore”… mesmo as canções novas não deixaram a peteca cair. Mas sem dúvida foram as versões das músicas de 1993 e 1995, carregadas não só de peso, como de muito emoção, que fizeram deste showzaço arregaçador.

Foi na turnẽ do “Mellon Collie” que a formação clássica dos Pumpkins veio ao Brasil pela primeira vez, no último Hollywood Rock, em 1996 – na mesma noite escura de The Cure, White Zombie, Supegrass e Pato Fu. Impossível não se emocionar com a levada de “1979” ou a ira de “Bullet with Butterfly Wings”, quase que colada numa rifferama pesadíssima de guitarras que começa com o hino dos Estados Unidos. Continuar lendo

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Aleluia! #Molotov em São Paulo! Lollapalooza Brasil, 29/03/2015

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D e m o r o u ! Mas os caras do Molotov enfim estrearam pra valer em DSC06366Sampa (anos atrás tocaram no litoral norte, não foi isso?). Uma e meia da tarde, ok, mas num palco decente, um dos principais do Lolla Brasil 2015, som potente e pleno uso do telão com imagens dos três mexicanos (Tito Fuentes, Paco Ayala, Miky Huidobro) e do grinco loco, o vocalista, baixista e na maioria das músicas batera americano Randy Ebright, mais animações muito engraçadas. Como convém ao rap metal super bem-humorado do Molotov, politizado sobrevivente do gênero que explodiu no planeta do som nos 90, depois de RHCP e FNM.

Randy na bateria...

O molotov americano Randy na bateria…

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Sharon Jones & The Dap-Kings em maio! #wewantsharon

facebook.com/sharonjonesandthedapkings

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A jazz + funk + soul sister Sharon Jones e a bandaça The Dap-Kings voltam a #Sampa em maio, para um show na casa noturna HSBC Brasil. Vai ser no dia 28, às 22h. Os ingressos representam aquela costumeira “facada”, infelizmente. Pra ter ideia, a meia-entrada mais barata custa 95 reais. Ou seja, quem não esse benefício tem que pagar 190 reais. Mas também, com o dólar nas alturas…

  • Será que desta vez não pinta um show de graça ou mais popular de Sharon Jones & The Dap-Kings, como foi no parque do Ibirapuera, no finzinho do outono de 2011? Confira aqui.

1779845_10152298275923917_3554614999631930481_nÉ uma pena, porque a diva do Brooklyn, NY, e os Dap-Kings fazem um showzão que todos os brothers que gostam de funk, soul, R&B e jazz certamente gostariam de curtir.

O concerto  ainda faz parte da turnê do disco “Give The People What They Want”. Curta aqui o clip em animação do primeiro balanço do CD e LP, “Retreat!“.

A banda The Dap-Kings, que acompanha Sharon Jones, trabalhou no estúdio com Amy Winehouse em metade do discão “Back to Black” e em shows da saudosa cantora inglesa.

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