Em cartaz: “Chico – Artista Brasileiro”.

Vale muito ver, se possível ainda no cinema.

Fut Pop Clube

Não fosse o gol de Alcides Ghiggia, aos 34 do segundo tempo, o segundo do Uruguai, a Copa do Mundo de 1950 teria sido levantada por Augusto, zagueiro do Vasco, camisa 2 e capitão da seleção brasileira. É ele quem aparece numa linda foto de José Medeiros, da revista “O Cruzeiro”, sendo consolado pelo goleiro da Celeste, bicampeã mundial, Roque Máspoli. Augusto é o tema de uma das interessantes declarações de Chico Buarque, no belo documentário de Miguel Faria Jr, Chico – Artista Brasileiro. Umas duas décadas depois do Maracanazo, o capitão da seleção de 1950 trabalhava como censor. “Tanto Mar”, letra de Chico Buarque sobre a Revolução nos Cravos, em Portugal, parou no ex-zagueiro. No doc, Chico conta que tentaram dobrar o censor com uma garrafa de whisky. Não adiantou. “Não deixava passar nenhuma bola” o ex-becão, depois censor Augusto da Costa.
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“Chico – Artista Brasileiro” tem…

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