#RockFlu histórico com Romerito e rock en español.

#RockFlu histórico com Romerito e rock en español.

Um ídolo do Fluminense dos anos 80 é o convidado do novo Rock Flu.
Romerito.
Ele que escolheu a trilha do programa.

Fut Pop Clube

Publicado em  15 de julho de 2015

Um grande ídolo do Fluminense é o convidado do programa Rock Flu 119. O paraguaio Julio César Romero Insfrán, o Romerito, conversa com Gustavo Valladares e Sergio Duarte sobre futebol, em especial, sobre o Flu, e escolheu o roteiro musical: Soda Stereo, Enanitos Verdes, Maná, Eagles, Creedence Clearwater Revival, U2, R.E.M., Beatles e Elvis Presley. Outro must do programa são os áudios de jogadas de Don Romero nas vozes de alguns de nossos melhores locutores. Romerito marcou o gol do título brasileiro do Flu, em 1984. Sintonize: http://www.rockflu.com.br/

rockflu.com.br/ ou torcedortricolor.com.br/rockflu/rockflu119.zip Clique: rockflu.com.br/
ou torcedortricolor.com.br/rockflu/rockflu119.zip

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13 de julho de 2015 – Dia do Rock – no Brasil.

Honey, lembra de “Sugar, Sugar”? Ela foi composta por Jeff Barry e Andy Kim paraThe Archies”, uma banda de gibi e desenho animado, em 1969. A memória não é boa, mas a mesma safra tinha também a “banda desenhada” Josie e as Gatinhas. Bem, uma das regravações de “Sugar, Sugar” foi a de Mary Lou Lord e Semisonic para aquele saboroso projeto “Saturday Morning: Cartoon’s Greatest Hits” (o CD saiu no Brasil lá pelo meio dos 90), em que astros do rock de verdade regravaram músicas-temas pra sessão desenho nenhuma botar defeito. Você se lembra, os Ramones fizeram a cover do tema do Spider-Man, o Homem-Aranha. Massa! Agora, vai rolar um #crossover dos Archies com os Ramones, e isso vai estar no gibi, até 2016, pra comemorar os 7.5 anos de bancas da Archie e os 4.0 de punkadaria da maior banda nova-iorquina da história. A notícia saiu na Comic-Con, em San Diego, CA. E me chegou via Diffuser (ótimo site de música, diga-se), citando a Comics Alliance. Vejam a arte que a Gisele Lagace mandou ver e a Archie Comics adiantou no Face. Hey Ho! Let’s Go!

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Isso vai ficar muito bubblegum! Pop pacas!
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Futebol de botão é rock and roll!

Futebol de botão é rock and roll!

Rock and Roll Futebol Clube!

Fut Pop Clube

Nas baquetas e agora também fechando o gol do The Who FC, o eterno Keith Moon! Nas baquetas e agora também fechando o gol do The Who FC, o eterno Keith Moon!

Véio, olha isso, véio! Time de futebol de botão … de banda de rock! Que louco! Já pensou falar “vai pro gol” com seu time do Foo Fighters ou com o Iron Maiden FC?1920417_795577457185511_1650091576554316621_n

A ideia é do Luciano Araújo (designer que trabalhou na revista Placar e no jornal Lance!). Mais ou menos na época da Copa do Mundo de 2014, ele criou aBotões Clássicos. Ele fabrica botões de tudo quanto é time brasileiro ou estrangeiro, sob encomenda, de acordo com o gosto do freguês. Tudo muito bem feito, a uns 50 reais por time. Também faz redinhas e tercerizou a produção dos campos pro futebol de mesa, com a marca Botões Clássicos. Agora, o que enlouqueceu o botonista aposentado aqui foram mesmo os times de rock. Só um…

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Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

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A comemoração da semana do rock começou na quinta-feira passada. O In-Edit~Brasil, festival de documentários musicais, detonou com a exibição ao ar livre de dois concertos filmados pelo documentarista Murray Lerner – homenageado desta sétima edição . “Blue Wild Angel – Jimi Hendrix Live at the Isle of Wight” é um importantíssimo registro de um dos últimos concertos do pai da matéria [ (C) Osmar Santos], em 31 de agosto de 1970. O maior de todos era então acompanhado por Billy Cox (baixo) e Mitch Mitchell. Como Murray Lerner chamou a atenção, num depoimento exibido antes da sessão, Jimi não quebra ou bota fogo na guitarra. Detém-se na música, que é um blues rock de alto nível. Por outro lado, podemos dizer que amava sua guitarra, como vemos em “Foxy Lady”. Logo no começo, tem um trechinho de “Sgt Pepper’s” dos Beatles. Vem antes de “Spanish Castle Magic” e “All Along the Watchtower”. Nem precisa botar fogo na guitarra com uma sequência se sucessos como “Ezy Ryder”, “Hey Joe”, “Purple Haze” e “Voodoo Child (Slight Return)” Show de pedais como wah-wah, banho de técnica e emoção.
Recorde de público na Cinemateca, segundo o pessoal do In-Edit.
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Só dá Lalá! Lamartine Babo escreveu os hinos populares de Fla, Flu, Bota, Vasco, do seu Mecão e de mais 6 times.

Sete décadas que Lamartine Babo começou a compor os hinos de times do campeonato carioca da época. A começar pela marcha do Flamengo, que caiu na boca do povo há 70 anos!

Fut Pop Clube

Post inspirado pela publicação nas redes sociais do Flamengo, que em 9 de julho comemorou os 70 anos do hino popular do rubro-negro (“Uma vez Flamengo, Sempre Flamengo”). Segundo o site do Fla, a composição de Lamartine Babo foi gravada pela primeira vez em 1945 por Gilberto Alves.
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Sem dúvida, é um lindo hino, que caiu na boca do povo. Mas  – confirma o site do Fla – oficialmente o hino do Mengo é a marchinha composta pelo ex-goleiro dos anos 1910 Paulo Magalhães (aquela que diz “Flamengo, Flamengo, Tua Glória é Lutar”). Agora, o que o torcedor que acompanha bem o futebol do Rio está careca de saber é que Lamartine Babo também compôs hinos para os rivais Fluminense (“Sou tricolor de coração…”), Vasco (“Vamos todos cantar de coração…”) e Botafogo (“Botafogo, Botafogo, campeão desde…”). Para o seu time de coração, o América – hino que muita…

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“Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live At The Isle Of Wight”

11698953_847753568605358_8639857586328528912_oNesta quinta-feira, 9 de julho, feriado em São Paulo, o festival In-Edit~Brasil tem um programão pra quem gosta de guitarras e, especialmente, do som eterno criado pelo pai da matéria. Às oito da noite, exibe numa sessão ao ar livre o filme Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at The Isle of Wight, de Murray Lerner.

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Soul doc: “Mr. Dynamite: The Rise of James Brown”. Atração do @InEditBrasil.

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Eletrizante o soul doc “Mr. Dynamite : The Rise of James Brown”.

Um filme pra dançar, se o cinema não tivesse cadeiras.

O documentário de Alex Gibney, produzido por Mick Jagger, que aparace algumas vezes em depoimentos e nos registros do “The T.A.M.Y. Show”, é uma das atrações da edição 2015 do festival In-Edit Brasil.

Espantoso material de arquivo e os depoimentos dos músicos que acompanharam o godfather of soul são costurados num ritmo frenético.  Explora a música, tenta ser didático para explicar como o funk / soul brother chegou ao som e à coreografia de tanto sucesso. Toca de passagem na questão da violência doméstica e na exploração dos músicos. Perde um pouquinho de ritmo na questão do ativismo e do envolvimento com a campanha de Nixon. Termina mostrando a longa lista dos astros que receberam influência de Brown: Michael, Price, todos os rappers etc.


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