Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

Festival @InEditBrasil promoveu duas lindas noites de rock and roll, na #Cinemateca.

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A comemoração da semana do rock começou na quinta-feira passada. O In-Edit~Brasil, festival de documentários musicais, detonou com a exibição ao ar livre de dois concertos filmados pelo documentarista Murray Lerner – homenageado desta sétima edição . “Blue Wild Angel – Jimi Hendrix Live at the Isle of Wight” é um importantíssimo registro de um dos últimos concertos do pai da matéria [ (C) Osmar Santos], em 31 de agosto de 1970. O maior de todos era então acompanhado por Billy Cox (baixo) e Mitch Mitchell. Como Murray Lerner chamou a atenção, num depoimento exibido antes da sessão, Jimi não quebra ou bota fogo na guitarra. Detém-se na música, que é um blues rock de alto nível. Por outro lado, podemos dizer que amava sua guitarra, como vemos em “Foxy Lady”. Logo no começo, tem um trechinho de “Sgt Pepper’s” dos Beatles. Vem antes de “Spanish Castle Magic” e “All Along the Watchtower”. Nem precisa botar fogo na guitarra com uma sequência se sucessos como “Ezy Ryder”, “Hey Joe”, “Purple Haze” e “Voodoo Child (Slight Return)” Show de pedais como wah-wah, banho de técnica e emoção.
Recorde de público na Cinemateca, segundo o pessoal do In-Edit.
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“Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live At The Isle Of Wight”

11698953_847753568605358_8639857586328528912_oNesta quinta-feira, 9 de julho, feriado em São Paulo, o festival In-Edit~Brasil tem um programão pra quem gosta de guitarras e, especialmente, do som eterno criado pelo pai da matéria. Às oito da noite, exibe numa sessão ao ar livre o filme Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at The Isle of Wight, de Murray Lerner.

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Soul doc: “Mr. Dynamite: The Rise of James Brown”. Atração do @InEditBrasil.

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Eletrizante o soul doc “Mr. Dynamite : The Rise of James Brown”.

Um filme pra dançar, se o cinema não tivesse cadeiras.

O documentário de Alex Gibney, produzido por Mick Jagger, que aparace algumas vezes em depoimentos e nos registros do “The T.A.M.Y. Show”, é uma das atrações da edição 2015 do festival In-Edit Brasil.

Espantoso material de arquivo e os depoimentos dos músicos que acompanharam o godfather of soul são costurados num ritmo frenético.  Explora a música, tenta ser didático para explicar como o funk / soul brother chegou ao som e à coreografia de tanto sucesso. Toca de passagem na questão da violência doméstica e na exploração dos músicos. Perde um pouquinho de ritmo na questão do ativismo e do envolvimento com a campanha de Nixon. Termina mostrando a longa lista dos astros que receberam influência de Brown: Michael, Price, todos os rappers etc.


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“Paco de Lucía – La Búsqueda”. Um banho de Espanha, de Andaluzia, de guitarra flamenca, de música.

“Paco de Lucía – La Búsqueda”. Um banho de Espanha, de Andaluzia, de guitarra flamenca, de música.

Que lindo tributo de um filho ao pai é este documentário. Gracias, Curro Sánchez, por “Paco de Lucía – La Búsqueda”, atração do festival In-Edit ~Brasil (2015), que já lotou duas vezes o CineSesc, uma das melhores salas de São Paulo. Passa ainda no próximo sábado, 11 de julho, às 18 h, na Cinemateca (sala BNDES). Duas filhas do primeiro casamento de Paco (Casilda Varela), também estão na equipe: Casilda, coroteirista, e Lucía, produtora executiva.

11406729_838045036242878_6461046450793831573_n (1)Os filhos já estavam rodando a película, quando Paco morreu do coração, em Cancún, no começo de 2014, com 66 anos de vida bem vivida (tinha parado de fumar pouco antes). E resolveram concluir o filme, que é emocionante. Com riquíssimo material de arquivo, depoimentos do próprio Paco em sua casa em Mallorca e de outros músicos,La Búsqueda” conta como surgiu a relação de amor entre Francisco Sánchez Gómez e a guitarra flamenca, numa família de apaixonados pela música de Algeciras, na quente Andaluzia.

E por que Paco de Lucía?

Paco é apelido de Francisco na Espanha. A mãe dele se chamava Luzia (portuguesa), então, as pessoas tinham o hábito de falar “Paquito de Lucía”. Ficou. As dificuldades da família, as apresentações ao lado do irmão, Pepe de Lucía, a turnê com o bailarino José Greco, a influência de Niño Ricardo, depois a lição de Sabicas (algo como “não adianta só tocar músicas dos outros, o guitarrista tem que compor suas próprias canções”), o primeiro disco-solo (“La Fabulosa Guitarra de Paco de Lucía”), a introdução do cajón na música espanhola, a formação do sexteto de Paco (um dream team da música flamenca), o flerte com o jazz ao lado de John McLaughlin, Larry Coriel /  Al Di Meola (o Guitar Trio), a rejeição dos puristas, a mania de perfeccionismo… está tudo aqui. Um documentário que tem ritmo, toca com velocidade, sem perder jamais o sentimento. Como Paco. Olé!

facebook.com/pacodelucialabusqueda/
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Dentro do post, o cartaz do filme, que já foi lançado em DVD na Espanha (vem com 2 CDs, faixas remasterizadas, da trilha sonora escolhida pessoalmente por Paco, durante a produção do filme, em ordem cronológica, para mostrar a evolução do mago da guitarra flamenca).
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‘Paco de Lucía: la búsqueda’

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O mundo da música perdeu Francisco Sánchez Gómez, o Paco de Lucía, em fevereiro de 2014. Ainda em 2015, o fã brasileiro pode ter oportunidade de ver um documentário dirigido por Curro Sánchez Varela, filho do mago da guitarra flamenca que também pesquisou o jazz. Paco de Lucía: La Búsqueda estreou no tradicional festival de cinema de San Sebastián e já passou fora no Canal Plus, coprodutor do filme. Duas filhas de Paco também estão na equipe: Casilda Varela, coroteirista, e Lucía Sánchez, coprodutora.

Os filhos já estavam fazendo o doc, e decidiram terminar o filme depois da morte de Paco, em 25 de fevereiro do ano passado. Segundo a Ilustrada (Folha de São Paulo, sábado), Paco de Lucía: La Búsqueda vai passar no Festival do Rio, no segundo semestre. Antes, abre o In-Edit Brasil -n festival internacional do documentário musical. Sampa, primeiro de julho.Tem 95 minutos e chega com um Prêmio Goya de melhor documentário na bagagem.
* Cinesesc, 01/07, 20:30h

* Cinesesc, 04/07, 21h

* Cinemateca Sala BNDES, 11/07, 18h
Enquanto isso, mate a saudade neste eletrizante trailer.
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“Desagradável”. É o nome do doc sobre o saravá metal da banda Gangrena Gasosa.

angrenagasosa.com.br/desagradavel/
gangrenagasosa.com.br/desagradavel/

Saravá! Saravá metal! O documentário “Desagradável” sobre a banda carioca Gangrena Gasosa, é atração do festival In-Edit Brasil neste fim de semana, no centro de São Paulo. Sábado, 17h, e domingo, 15h, no Cine Olido – ao lado da Galeria do Rock. O diretor do filme, Fernando Rick, participa das sessões.
Depois da sessão de sábado, às 19h30, a banda faz show no Olido.


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“Death Metal Angola”

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Um casal de angolanos é dono de um orfanato e se amarra em death metal! Paradoxal? Sonia e Wilker sonham com o primeiro festival de rock no país, devastado por anos de guerra civil. É a sinopse do filme de Jeremy Xido, Death Metal Angola, no festival In-Edit Brasil, só de documentários musicais.
Última chance pra ver Death Metal Angola em São Paulo: sábado, 11 de maio, às 15h, no Cine Olido – de olho no público que dá um rolê pela Galeria do Rock, ali ao lado. Metrô: República ou Anhangabaú.

DEATH METAL ANGOLA TRAILER #1 from CABULA6 on Vimeo.
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