#Discão: Koko Taylor, “Force of Nature” (Alligator Records, 1993).

koko taylor
A Coluna aproveita o Dia Internacional da Mulher para lembrar de uma grande blueswoman, Koko Taylor (1928-2009). A rainha do blues era uma “63 Year Old Mama” quando compôs três das 14 músicas do CD “Force of Nature”, que o ótimo selo de blues Alligator Records lançou no glorioso ano de 1993.

Queen of the Blues solta a voz rouca em várias faixas REC – essas são para gravar, baixar, ouvir, curtir, compartilhar:

  • Mother Nature, de Little Milton, com canja de Carey Bell na gaita.
  • If I Can´t Be First, rasgado clássico de Ike e Tina Turner.
  • Hound Dog, dedicada a Elvis e Big Mama Thornton.
  • Born Under a Bad Sign, clássico do repertório de Albert King, em dueto com o carismático Buddy Guy (guitarra e vocais)
  • Fish in Dirty Water, baladona bluesy dor de cotovelo.
  • Tit for Tat, balanço com arranjo de metais por Gene Barge.
  • Nothing Takes the Place of You, emotiva balada soul de Toussaint McCall e Alan Robinson.

Noves fora os convidados especiais, Koko Taylor contou com uma #bandaça em “Force of Nature”:

  • Criss Johnson, na guitarra-solo, com estilo entre BB King e Buddy.
  • Calvin “Vino” Louden, na outra guitarra. Sola (e bem) na camisa 10 ´Tit for Tat´e em ´Greedy Man´.
  • Jeremiah Africa, nos teclados.
  • Jerry Murphy, baixo.
  • E na bateria… o ótimo Ray ´Killer´ Allison (que já vi #quebrando tudo em show de Buddy Guy) ou Brady Williams.

Uau! Ganha a tag #discão, e você pode ter um gostinho no site da Alligator Records (clique aqui.)

Rock Flu: tá na rede… social.

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Foto de capa da página do Rock Flu no Facebook

Rock Flu, o programa dos tricolores Gustavo Valladares e Sergio Duarte na web, agora tem uma página no Facebook (curta aqui).  O legal é que ficou super fácil para pesquisar e rolou nos programas anteriores. Cada edição de arquivo está ganhando um banner especial, como este  sobre o especial gastronomia e rock´n´roll. Boa notícia porque o “Rock Flu” é  um incrível banco de dados sobre rock, blues e futebol – especialmente, Fluminense, como o nome indica. Preparei uma galeria de imagens para dar uma ideia do que você pode estar perdendo… saca só! Clique em qualquer foto para abrir a galeria.

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David Robert Jones. Major Tom. Ziggy Stardust. Starman. David Bowie. No MIS.

Fachada do MIS durante a mostra
Fachada do MIS durante a mostra

 

1973: Tokyo Pop, macacão de vinil bolado por Kansai Yamamoto para a turnê do "Aladdin Sane". CORTESIA The David Bowie Archive IMAGEM © Victoria and Albert Museum.
1973: Tokyo Pop, macacão de vinil bolado por Kansai Yamamoto pra turnê do “Aladdin Sane”. CORTESIA The David Bowie Archive IMAGEM © Victoria and Albert Museum.

A exposição sobre David Bowie pode ser vista até 20 de abril no MIS, o Museu da Imagem e do Som de São Paulo (av Europa, 158, Jardim Europa).

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É a badalada mostra David Bowie Is, organizada pelo Victoria Albert Museum, de Londres. O V&A teve inédito acesso ao The David Bowie Archive. Imagine só. Que deleite para os fãs do #starman! O acervo visual do artista que mais explorou a tabelinha: som e imagem.

Neste post, alguns dos 300 itens presentes na exposição do MIS.
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Clássicos em Vinil: Banda Black Rio, “Maria Fumaça” (1977)

Capa com Selo - Black Rio - Maria Fumaça (2)
Samba + funk + jazz + soul. Não importa a ordem. O primeiro LP da Banda Black Rio é espetacular. Da faixa 1 do lado A, que empresta o nome à bolacha, “Maria Fumaça” (tema de abertura de “Locomotivas”, uma divertida novela das sete escrita pelo são-paulino Cassiano Gabus Mendes, no ar de ), até a quinta do lado 2, é altamente indicado de quem gosta de música para dançar – toda instrumental, uma beleza. É tiro e queda numa pista de dança, numa festinha.

Falo em faixa 1 do lado A e 5 do lado 2 porque esse #discão foi relançado em LP há um certo tempo na série Clássicos em Vinil, da Polysom, em caprichada edição. Curta a ilustração abaixo.

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Vintage Trouble | 80 Shows in 100 Days: The Documentary

A dica é do maior fã da banda Vintage Trouble no Brasil, o Serginho Duarte (que aliás acaba de mandar para a rede o Rock Flu 98, especial sobre o rock de Nova Friburgo). Eletrizante quarteto californiano que mistura rock and roll e R&B com muito soul, o Vintage Trouble  acaba de lançar lá fora um DVD duplo, contendo o documentário “80 Shows in 100 Days” e um show completo captado na Escócia. Assista o trailer abaixo.


Tem que voltar logo ao Brasil!

Essa banda merece muito mais do que tocar só numa tarde de Rock in Rio, não é não, Serginho?

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Samba-rock atômico: Los Sebosos Postizos, São Paulo, 25/10/2013.


2013-10-26 02.03.221400208_571463432901204_1026443289_oPonta-de-lança pernambucano (junto com o Mundo Livre S/A) do mangue bit (ou mangue beat), o pessoal do Nação Zumbi tem um banda paralela, Los Sebosos Postizos, especializada em versões de balanços clássicos do homem-gol do samba-rock, Jorge Ben Jor. Já falei do disco Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben ()lançado pela DEck em CD e LP – vinil) aqui na Coluna. Na última sexta-feira deste outubro de grandes shows pude enfim assistir a banda ao vivo, no Centro Cultural Rio Verde, local interessante na Vila Madalena – a decoração da sala de shows lembra um pouco a arquitetura de Gaudí e a discotecagem costuma ser muito boa.

Os mangue boys da Nação, digo, Los Sebosos Postizos entraram no palco à meia noite e meia e só pararam de tocar umas 2h20 da madrugada. Pedro Baby ajudou numa das guitarras e Chiquinho, do Mombojó, nos teclados. Los Sebosos mandaram umas duas dezenas de clássicos benjorianos, uma das influência do mangue bit. O público bem jovem cantou e dançou pra valer com sucessos de discos dos anos 60 e 70, tipo:

A Nação de fãs do Ben ainda dá um jeitinho de inserir aqui ou acolá clássicos dos tempos de Chico Sciende, como o refrão de “Da Lama ao Caos” e “Manguetown”, a saideira, no bis, tocada inteira. Se Los Sebosos Postizos tocarem perto de você, não vacile. Aproveite. Até quem não gosta de Jorge Ben Jor pode curtir esse som. Confira o setlist aproximado dentro do post.

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