Os filmes da mostra Midnight Música, no Festival do Rio 2014. Tem versão restaurada de “Os Reis do Iê Iê Iê”.

A cópia restaurada do cinquentão A Hard Day’s Night” (no Brasil, “Os Reis do Iê Iê Iê”), o primeiro longa-metragem dos Beatles, é o destaque da seleção musical do Festival do Rio, que vai até 8 de outubro. Sessões sábado, terça e quarta. Confira cinemas e horários aqui.
Para inveja do morador de Sampa,a mostra Midnight Música do festival carioca tem muito mais. As informações das sinopses foram tiradas do site do Festival do Rio.

  • American Interior – A Viagem de Gruff Rhys pela América. Gruff Rhys, fundador da banda Super Furry Animals, documenta sua turnê solo numa série de palestras pelo interior dos Estados Unidos, em 2012. Ele segue os passos de John Evans, seu conterrâneo, que também deixou o País de Gales em 1792 para descobrir se havia nativos ameríndios de língua galesa. Seleção oficial do SXSW 2014.
    • Beautiful Noise – A Era Shoegazer. Doc sobre o movimento de origem inglesa do final dos anos 1980 que revelou bandas como Cocteau Twins, The Jesus and Mary Chain e My Bloody Valentine. O movimento influenciou outras tantas bandas pelo mundo e tem em sua essência, além da introspecção contemplativa, camadas sobre camadas de guitarras que transcendem a harmonia convencional, mesmo no contexto da canção pop tradicional, e se tornam ruído bom.
    • David Bowie Is. O documentário com o mesmo nome da exposição do Victoria and Albert Museum de Londres, que também passou com sucesso pelo MIS, em SP,  parte da bem sucedida mostra para fazer uma jornada pelo universo mágico de Bowie e conta com convidados especiais, como os curadores do evento, Victoria Broackes e Geoffrey Marsh, o estilista japonês Kansai Yamamoto e o vocalista do Pulp, Jarvis Cocker.

Confira o post anterior, com fotos da expo David Bowie Is, no Museu da Imagem e do Som – SP.

    • Nick Cave – 20.000 Dias na Terra. O filme acompanha Cave por um dia fictício, entre o real e o imaginário, sessões de análise, encontro com músicos, dirigindo seu carro para passageiros especiais, falando do presente e do passado, enquanto busca por inspiração. Uma chance única de conhecer o processo criativo de um dos músicos mais inventivos de nosso tempo. Dirigido pela dupla de artistas visuais Iain Forsyth e Jane Pollard. Exibido no Sundance Film Festival e no Festival de Berlim 2014.
    • Procurando Fela Kuti. Doc sobre o músico nigeriano, criador da revolução cultural do afrobeat, cuja apropriação da cultura pop negra norte-americana deflagrou uma arte que vai além da música, da dança, da performance e da política. O filme reúne depoimentos de colaboradores e descendentes de Fela, além de imagens de arquivo de shows. Exibido no Sundance Film Festival 2014.
    • Pulp – Vida, Morte e Supermercados. A atração é a banda inglesa Pulp, que celebrou 35 anos de carreira em um show registrado em sua cidade natal, Sheffield. Exibido no SXSW 2014.
  • Que Caramba é a Vida. Documentário alemão sobre a tradição dos mariachis na Cidade do México, por dentro da exuberante cultura mexicana e da vida de alguns músicos, sobretudo de um grupo de mulheres de idades distintas que, por atuarem como artistas de rua, sofrem o preconceito desse universo predominantemente masculino.Da diretora Doris Dörrie (Hanami – Cerejeiras em flor), o filme foi exibido no SXSW 2014.
  • Sobre Björk, são duas atrações:

  1. Björk: Biophilia. Concert-film captado em Londres, 2013. Björk e sua banda interpretam todas as músicas do disco “Biophilia”, usando uma enorme variedade de instrumentos – digitais, tradicionais e alguns completamente inclassificáveis. Selecionado para o Festival de Tribeca 2014.
  2. Quando Björk conheceu David Attenborough. Este documentário britânico trata de um encontro entre a artista islandesa Björk e o naturalista inglês David Attenborough, parcialmente filmado no Museu de História Natural de Londres. Partindo do álbum “Biophilia”, trabalho mais recente da cantora, o filme discute a interação entre a música, a natureza e a tecnologia, além dos poderes desconhecidos do som. O documentário conta ainda com um depoimento do escritor e neurologista americano Oliver Sacks, que reflete sofre os efeitos da música no cérebro.

Tomara que algo pinte na Mostra de São Paulo.

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