“Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo”

Rio de Janeiro, 11 de janeiro de 1985. Estava nos portões do primeiro Rock in Rio, debaixo de muito sol, ainda antes da abertura.
Meu negócio era metal, quase que só metal e rock pesado. E nisso o Rock in Rio I mandou bem: Iron Maiden, Whitesnake, Ozzy, AC/DC, Scorpions
Curti tabém o Rock in Rio II, em 1991. E o III, em 2001.
A relação dos fãs de música com o Rock in Rio mudou. O Brasil entrou de vez no circuito do rock. A maratona de shows no segundo semestre compete com o festival carioca. O impacto não é o mesmo de 85, 91 ou mesmo 2001. Ainda assim, acho muito legal o clima de confraternização de um festival. E a mistureba sonora. É bom ficar de olho nas jams do palco Sunset, no espaço de música eletrônica e na Rock Street!

Por outro lado, sinto falta dos festivais de verão.
Dois livros ajudam a contar a história do RiR até aqui. O recém-lançado “Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo“, do jornalista Luiz Felipe Carneiro (Globo Livros) conta os detalhes das três primeiras edições, dia a dia, atração após atração. Saiba por exemplo que estrela deu pitis nos camarins em 1985. E o já mencionado “Metendo o Pé na Lama – Os Bastidores do Rock in Rio de 1985″, do Cid Castro, que bolou a genial logomarca do festival.

A história, a partir de agora, continua a ser escrita por você, festival-goer, e pelas centenas de atrações de 2011.

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