Perdemos Amy Winehouse (1983-2011)

Sábado, meio da tarde. Ligo o rádio. No boletim informativo, a notícia é narrada depois da cobertura dos trágicos atentados na Noruega. “A gravadora Universal Music confirmou a morte… ” (levei um susto) “… da cantora Amy Winehouse“. Choque. O que a gente ficava sabendo da vida da diva inglesa do soul neste século já nos fazia imaginar que o fim seria trágico. Só não poderíamos pensar -nunca, nunca!- que seria tão precoce assim! Apenas 27 anos! E aí, aquela coincidência macabra muito mencionada: Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison, o rolling stone Brian Jones e Kurt Cobain também morreram com essa idade.

Ela deixa dois discos cheios de ótimas canções (11 singles!) e fãs com coração dilacerado. Tem gente que acha que se La Amy Winehouse ficasse clean não seria  a mesma coisa. Perderia algo. Sinceramente, lamento que a cantora tão talentosa, que poderia brilhar por décadas como Aretha Franklin e tantos outros artistas, entre para essa famosa e triste lista de jovens estrelas que o mundo da cultura pop perdeu muito antes da hora.

Quem quiser desabafar, deixar sua mensagem sobre Amy, dizer de que músicas mais gostava, pode usar a página de comentários. Convido vocês a curtir novamente a lancinante Back to Black, dentro do post:

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2 comentários sobre “Perdemos Amy Winehouse (1983-2011)

  1. Chocante, mesmo.
    Baita voz, grande perda – mas vejo com receio o título de “a maior cantora dos últimos 20, 30 anos”.
    É inegável a força de Back to Black. Raros são os álbuns que você ouve de cabo a rabo numa boa, sem virar o nariz pra uma faixa sequer.
    Amy conseguiu isso e… só.
    Para não ser injusto, vamos colocar todos os membros do clube dos 27 num comparativo rápido: qual foi a grande contribuição pra história da música de cada um? Hendrix? Joplin? Morrison? Respostas infinitas. E agora seja rápido: Winehouse?

    Acabei de ver uma bateria de shows dela, na MTV e no Multishow. Faltavam a Winehouse presença de palco, carisma, improvisação, entrega à canção… topete, roupas extravagantes, pele tatuada e um copo de whisky na mão não seguram a onda numa apresentação.

    Em resumo: a voz sim, a persona não.
    Abraço, Jota!

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