JORGE BEN Jor | A Banda do Zé Pretinho

Coluna de Música + Fut Pop Clube
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Este este este este este é/Zé Pretinho/ Zezé…

15219_366848486769850_857745890_nGostaria de aproveitar o dia de São Jorge, o santo guerreiro, padroeiro de tanta gente, de tantos times de futebol, para lembrar de um discão do Jorge Ben Jor, era Jorge Ben mesmo. “A Banda do Zé Pretinho” chegou para animar a festa em 1978 via Som Livre. Está fora de catálogo – meu exemplar é um LP de vinil, recentemente achado numa feirinha de discos em Sampa.
O álbum, que Ben dedica “ao mais Flamengo” e “ao mais anti-Flamengo”, está cheio de referências ao futebol, especialmente no lado A.
“Troca-Troca”, por exemplo, é uma canção sobre as trocas com que o ex-presidente do Fluminense, Francisco Horta, agitava o futebol carioca (“fez voltar ao Rio de Janeiro/a época de ouro da capital do futebol”). E de quebra, reforçava sem gastar nada a Máquina Tricolor na segunda metade dos anos 70.
O clássico “Cadê o Penalty” (aqui respeito a grafia inglesa do encarte) foi regravado pelo Skank, na sua estreia pelo selo Chaos/Sony Music, no começo dos anos 90.

Penalty, penalty, penalty, penalty, penalty/Cadê o penalty/que não deram pra gente/no primeiro tempo…

“Era uma Vez 13 Pontos” narra o destino que um trio de sortudos vai dar para o prêmio da loteria esportiva, fechando um irrepreensível lado a. Continuar lendo

Jorge Ben, “10 Anos Depois”, 1973

Como quase todo dia 23, a gente lembra um disco de Jorge Ben Jor. E esta semana tem mais um bom motivo para falar do CD “10 Anos Depois“, que é de 1973. Sexta e sábado, o artilheiro do samba-rock canta e toca sua guitarra “deliciante” no Circo Voador, na Lapa, Rio. #EuVou!

Certamente, muitos dos clássicos benjorianosapresentados neste CD em forma de pout-pourri, como ele faz muitas vezes nos shows – estarão no setlist das duas apresentações no Circo! Vamos aí?

Ben

Publicado no domingo 23 de outubro de 2011Domingo 23 é dia de Jorge. Dia de ouvir “Ben”, discão de 1972 do artilheiro do samba-rock. Contém pelo menos “dois gols de anjo, verdadeiros gols de placa” de Jorge Ben Jor: “Fio Maravilha”, clássico da MPB boleira, e a não menos sensacional “Taj Mahal”. E outras pepitas, como “Morre o Burro, Fica o Homem”, levada sambalanço maneira que abre o disco, “Paz e Arroz” e o cartão de visitas “Domingo 23″.
Salve Jorge, viva viva viva Jorge. Continuar lendo

Um Jorge Ben Jor de 1971: “Negro É Lindo”

Todo dia 23, tenho lembrado aqui na Coluna dos CDs da tentadora caixinha Salve Jorge. Neste mês, o tema é Negro é Lindo, álbum de 1971 de Jorge Ben Jor. Por coincidência, Ben Jor canta e toca sua guitarra cheia de balanço no festival Black na Cena hoje, digo já no começo da madrugada para amanhã. O disco marca o fim da trilogia com o Trio Mocotó, que dá show de bola acompanhando Ben, então com um violão maneirisíssimo nas mãos. Os arranjos (de Arthur Verocai) são suaves e o clima é de romantismo, em declarações a musas como Maria Domingas, Palomaris, Rita Jeep, Cigana, Zula (deliciosa faixa), ídolos (Muhammad Ali, em Cassius Marcelo Clay, parceria com Toquinho), camaradas (João Parahyba, batera do Trio Mocotó, em Comanche). E que linda balada é Que Maravilha, mais uma tabelinha com Toquinho, parceiro de ataque no timão da MPB. Continuar lendo

“Força Bruta”. Discão do Jorge Ben Jor, 1970.

Um disco que começa com Oba, Lá Vem Ela já merece uma atenção especial. Força Bruta é um dos destaques da caixinha Salve Jorge. O primeiro a ser totalmente gravado ao lado do Trio Mocotó (João Parahyba na bateria, Fritz na cuíca, Nereu Gargalo no pandeiro). Em meio a um monte de declarações de amor  à Mulher Brasileira, como a minha já citada faixa predileta, mais Domenica domingava num domingo linda toda de branco, O telefone tocou novamente e Terezinha, Jorge Ben (Jor) e o Trio Mocotó deixam o samba-rock sambalançar gostosamente.  Bom pra caramba. Merece aqui da Coluna mais uma tag discão!

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Salve #São Jorge, salve Jorge Ben Jor

23 é dia de lembrar de um álbum de Jorge Ben Jor (ou só Jorge Ben, conforme o gosto do leitor). E neste Dia de São Jorge, a dica é o CD Jorge Ben, de 1969, presente na caixinha Salve Jorge. E vale a tag Discão aqui da Coluna fácil, fácil. Desfilam (ou entram em campo) as musas de Jorge: “Criola”, “Domingas”, “Barbarella”, Bebete… São do clássico LP de 1969 alguns dos maiores sucessos de Ben (Jor), que arrastam pés até hoje Brasil afora: “Cadê Tereza”, “País Tropical”, especialmente, “Take It Easy My Brother Charles”, “Que Pena”. Ainda tem “Charles Anjo 45″, depois regravada pelos Paralamas. É ou não é um discão?

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Ben É Samba Bom

Como (quase) todo dia 23, a dica de som do dia da Coluna de Música é  um disco de Jorge Ben Jor ( 69 anos completados ontem, 22 de março). Ben É Samba Bom, de 1964, está também na tentadora caixinha Salve Jorge. Um “Samba Legal”, com arranjos de metais pra arrastar a galera para o salão de dança. A mais famosa do terceiro disco de Ben (Jor) é “Bicho do Mato”, gravada também por Elis Regina! Tem um João Gilberto (“Oba Lá Lá”). E mais uma declaração de amor às mulheres: “Gabriela”. É pra voxê, garota! Continuar lendo